PEC da Segurança fora de pauta: Alcolumbre adia votação após impasse sobre maioridade penal
Em desenvolvimento · atualizado às 21:46
Em poucas palavras
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, retirou a PEC da Segurança da pauta em 15 de outubro de 2026 após impasse sobre emendas que tratam da redução da maioridade penal. Sem acordo, a votação foi adiada. O texto base já passou pela Câmara e pela CCJ do Senado sem alterações.

O que você precisa saber
- Alcolumbre retirou a PEC da Segurança da pauta em 15 de outubro de 2026 por falta de acordo sobre maioridade penal.
- A oposição quer 16 anos como regra geral e 14 anos em crimes graves; o governo propôs 16 anos apenas em crimes hediondos.
- O PT está dividido sobre incluir o tema da maioridade na PEC.
- Qualquer alteração no Senado exige nova análise da Câmara, atrasando a criação do Ministério da Segurança Pública.
- A PEC altera o Artigo 144 da Constituição e prevê repasses de 50% do FNSP e Funpen a estados e municípios.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, retirou a PEC da Segurança da pauta em 15 de outubro de 2026 após impasse sobre emendas que tratam da redução da maioridade penal. Sem acordo, a votação foi adiada. O texto base já passou pela Câmara e pela CCJ do Senado sem alterações, segundo informações divulgadas pela imprensa.
O que se sabe
- Alcolumbre retirou a PEC da Segurança da pauta do Senado em 15 de outubro de 2026, segundo o g1.
- A oposição, liderada por Rogério Marinho (PL-RN), propôs reduzir a maioridade penal para 16 anos como regra geral e 14 anos em crimes graves, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- Camilo Santana (PT-CE) apresentou emenda para reduzir a maioridade para 16 anos apenas em crimes hediondos, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- A emenda de Camilo Santana gerou divisão no PT, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- O governo orientou aliados a manter o texto aprovado pela Câmara, sem alterações, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- A PEC altera o Artigo 144 da Constituição e prevê a constitucionalização do SUSP, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- A PEC define que 50% dos recursos do FNSP e do Funpen serão repassados a estados e municípios, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- A PEC destina 10% do superávit do Fundo Social para fundos de segurança, segundo informações divulgadas pela imprensa.
- O texto base passou pela CCJ do Senado sem alterações, segundo o g1.
- Alcolumbre afirmou que a discussão não pode ser açodada, segundo informações divulgadas pela imprensa.
O que ainda não se sabe
- Não há informação sobre a data exata em que a PEC poderá ser votada novamente.
- Não está claro se a PEC será votada antes ou depois das eleições de 2026.
- Não foi confirmado se o governo tentará um acordo para votar a PEC sem as emendas sobre maioridade.
- Não há informações sobre a posição oficial do Ministério da Justiça sobre o tema.
- Não está claro qual será o impacto do adiamento na criação do Ministério da Segurança Pública.
- Não há dados sobre a opinião pública a respeito da redução da maioridade penal.
O que cada lado diz
- Oposição, liderada por Rogério Marinho (PL-RN): Reduzir a maioridade penal para 16 anos como regra geral e 14 anos em crimes hediondos, tortura, tráfico, terrorismo e organizações criminosas. (Metrópoles)
- Camilo Santana (PT-CE): Reduzir a maioridade para 16 anos apenas em crimes hediondos, mantendo 18 anos para os demais crimes. (Agência Brasil)
- Governo Lula: Manter o texto aprovado pela Câmara sem alterações e criar o Ministério da Segurança Pública após a promulgação. (Agência Brasil)
- Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado: O governo não cederá à chantagem da oposição. (informação divulgada pela imprensa)
- Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC): Nota reiterando posição contrária a qualquer redução da maioridade penal. (informação divulgada pela imprensa)
- Rui Costa, coordenador da campanha de reeleição de Lula: A discussão sobre maioridade penal deve ser feita em outro momento. (informação divulgada pela imprensa)
Linha do tempo
- Antes de 15 de outubro de 2026: Texto base da PEC da Segurança é aprovado na Câmara e passa pela CCJ do Senado sem alterações.
- 15 de outubro de 2026: Alcolumbre retira a PEC da Segurança da pauta do Senado após impasse sobre emendas de maioridade penal.
- Após 15 de outubro de 2026: Jaques Wagner (PT-BA) não descarta a votação da PEC na semana seguinte, segundo informações divulgadas pela imprensa.
Próximos passos
- Alcolumbre aguarda entendimentos entre os senadores antes de recolocar a PEC em pauta.
- O governo pretende criar o Ministério da Segurança Pública após a promulgação da PEC.
- Se o Senado alterar o texto, a PEC volta à Câmara dos Deputados, atrasando a promulgação.
- Senadores avaliam que a proposta pode ficar para depois das eleições de 2026.
- Não há confirmação de nova reunião de líderes para discutir o assunto.
O assunto em poucos toques
Explore o resumo em formato visual.
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que é a PEC da Segurança Pública?
É uma proposta de emenda à Constituição de autoria do Poder Executivo que estabelece penas mais duras para chefes de facções e milícias, constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), altera o Artigo 144 da Constituição, prevê a criação de polícias municipais de natureza civil e amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), segundo a Agência Brasil.
Por que Alcolumbre tirou a PEC da Segurança da pauta?
Segundo o g1, a retirada ocorreu em 15 de outubro de 2026 devido à falta de acordo sobre emendas que tratam da redução da maioridade penal. Alcolumbre afirmou que a discussão não pode ser açodada e que aguardará entendimentos entre os senadores.
O que acontece se a PEC for alterada no Senado?
Qualquer alteração aprovada pelo Senado exigirá nova análise da Câmara dos Deputados, o que atrasaria a promulgação da PEC e a criação do Ministério da Segurança Pública, segundo o g1.
Quando a PEC da Segurança será votada novamente?
Não há data confirmada. O senador Jaques Wagner (PT-BA) não descartou a votação na semana seguinte, segundo o g1, mas alguns senadores avaliam que a proposta pode ficar para depois das eleições de 2026.
Para ir à origem
Fontes consultadas
Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.
Continue explorando
Outras boas leituras
Ordem para limitar Starshield na Ucrânia partiu da Casa Branca, diz agência
Reportagens do g1 e da CNN Brasil, com base em informações da Reuters, afirmam que a ordem para limitar o Starshield, serviço de satélites da SpaceX usado pelas
Lula diz que não sabia da falta de reajuste do Bolsa Família e anuncia R$ 691
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista à TV Globo, em 15 de outubro, que não sabia que o Bolsa Família estava sem reajuste durante seu ter
PEC do fim da 6x1 será promulgada nesta sexta (16), diz Alcolumbre
O presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), anunciou em plenário na quinta-feira (15) que a PEC do fim da 6x1 será promulgada em s
OAB da Medicina: comissão aprova prova obrigatória para médicos
A comissão mista do Congresso aprovou em 15 de outubro de 2026 o parecer da MP que torna obrigatório o Enamed, apelidado de OAB da Medicina. O texto prevê três



