PEC 6x1 no Senado: Lula diz estar convicto da aprovação
Em desenvolvimento · atualizado às 20:01
Em poucas palavras
Lula afirmou estar convicto de que o Senado vai aprovar a PEC que acaba com a escala 6x1. A declaração foi publicada no X na sexta-feira (2), depois de Davi Alcolumbre incluir a proposta na pauta do plenário. A análise está marcada para terça-feira (6), após o primeiro turno das eleições. O texto reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário, com transição de 14 meses.
O que você precisa saber
- Lula declarou no X, na sexta-feira (2), estar convicto de que o Senado aprova a PEC da 6x1.
- A proposta está na pauta do plenário do Senado e a análise foi marcada para terça-feira (6).
- O texto reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário, com transição de 14 meses.
- A PEC precisa de 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos no Senado.
- O fim da escala 6x1, com dois dias de descanso, vale 60 dias após a promulgação.
Lula afirmou estar convicto de que o Senado vai aprovar a PEC que acaba com a escala 6x1. A declaração foi publicada no X na sexta-feira (2), depois de Davi Alcolumbre incluir a proposta na pauta do plenário. A análise está marcada para terça-feira (6), após o primeiro turno das eleições. O texto prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário, com transição de 14 meses.
O que se sabe
- Lula disse estar convicto de que o Senado vai aprovar a PEC sobre o fim da escala 6x1, em publicação no X na sexta-feira (2).
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluiu a proposta na pauta do plenário.
- A análise da PEC no plenário do Senado foi marcada para terça-feira (6), após o primeiro turno das eleições.
- A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio e ficou parada por quase cinco meses no Senado.
- O texto foi aprovado pela CCJ do Senado na última semana de trabalhos do Legislativo antes do período eleitoral, mas não foi ao plenário.
- A PEC prevê a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, com transição de 14 meses em duas etapas de duas horas cada.
- Pelo texto, o fim da escala 6x1, com dois dias de descanso, passa a valer 60 dias após a promulgação, com repouso preferencialmente aos domingos.
- A PEC precisa passar por dois turnos no Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação.
- O relator no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), manteve o texto aprovado pela Câmara para evitar que mudanças obrigassem a proposta a retornar aos deputados.
O que ainda não se sabe
- Como cada senador deve votar e quais bancadas se posicionam contra ou a favor da PEC.
- O impacto prático da nova jornada para categorias específicas, como comércio, indústria e serviços.
- O que acontece se o Senado alterar o texto aprovado pela Câmara.
- Como será feita a fiscalização e a aplicação da nova jornada após a promulgação.
- Os efeitos da redução da jornada sobre salários, produtividade e contratações.
O que cada lado diz
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Diz estar convicto de que o Senado vai aprovar a PEC e afirma que a proposta é prioridade do governo. (CNN Brasil e Metrópoles)
- Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado: Incluiu a PEC na pauta do plenário e defendia que o Senado não fosse apenas um carimbador de propostas da Câmara. (CNN Brasil e Metrópoles)
- Omar Aziz (PSD-AM), relator no Senado: Manteve o texto aprovado pela Câmara para evitar que mudanças obrigassem a proposta a retornar aos deputados. (CNN Brasil)
- José Guimarães, ministro das Relações Institucionais: Afirmou que seria um ganho enorme para o governo se a proposta passasse pelo Senado na semana seguinte. (CNN Brasil)
Linha do tempo
- 2019: Proposta do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) que integra a PEC começa a tramitar.
- Ano passado: Deputada Erika Hilton (PSOL-SP) apresenta outra proposta, que passa a tramitar em conjunto.
- Maio: Câmara dos Deputados aprova a PEC.
- Última semana de trabalhos antes do período eleitoral: CCJ do Senado aprova o texto, mas a proposta não vai ao plenário.
- Sexta-feira (2): Lula publica no X que está convicto da aprovação, e Alcolumbre inclui a PEC na pauta do plenário.
- Domingo (4): Primeiro turno das eleições.
- Terça-feira (6): Análise da PEC marcada para o plenário do Senado.
Próximos passos
- Votação da PEC no plenário do Senado na terça-feira (6), em primeiro turno.
- Segundo turno de votação no Senado, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno.
- Promulgação do texto, caso aprovado sem alterações que exijam retorno à Câmara.
- Início da primeira etapa da redução da jornada 60 dias após a promulgação.
- Expectativa de avanço da PEC da Segurança Pública, que segue travada no Senado.
O assunto em poucos toques
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que é a PEC do fim da escala 6x1?
É uma proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário, e garante dois dias de descanso por semana, com repouso preferencialmente aos domingos. A PEC reúne uma proposta de 2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra apresentada no ano passado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP).
Quando o Senado vai votar a PEC da escala 6x1?
A análise no plenário do Senado foi marcada para terça-feira (6), após o primeiro turno das eleições. A proposta precisa passar por dois turnos, com pelo menos 49 votos favoráveis em cada votação.
A PEC da 6x1 reduz o salário dos trabalhadores?
Não. Segundo o texto, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais ocorre sem redução de salários, com transição de 14 meses em duas etapas de duas horas cada.
Quando a nova jornada de trabalho começa a valer?
A primeira etapa da redução ocorre 60 dias após a promulgação. A segunda etapa ocorre 12 meses depois, totalizando 14 meses após a promulgação. O fim da escala 6x1, com dois dias de descanso, também passa a valer 60 dias após a promulgação.
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Fontes consultadas
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