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Fim da escala 6x1: Senado aprova, imprensa vê impulso eleitoral para Lula

Em desenvolvimento · atualizado às 11:17

Publicado em 3 min de leitura

Em poucas palavras

O Senado aprovou o fim da escala 6x1 em 14 de outubro de 2026, por 75 votos a 1, em dois turnos. A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga. O texto é idêntico ao aprovado pela Câmara e segue para promulgação. A imprensa internacional tratou a votação como vitória política de Lula a menos de duas semanas do segundo turno.

Plenário vazio do Senado com painel eletrônico de votação aceso e cadeiras vazias
Plenário vazio do Senado com painel eletrônico de votação aceso e cadeiras vazias

O que você precisa saber

  • O Senado aprovou o fim da escala 6x1 por 75 votos a 1, em 14 de outubro de 2026, segundo o g1.
  • A jornada semanal cai de 44 para 40 horas, com pelo menos dois dias de folga, segundo o g1.
  • O governo estima mais de 37 milhões de trabalhadores formais beneficiados, segundo o g1.
  • A imprensa internacional viu a votação como vitória política de Lula e impulso eleitoral, segundo o g1.
  • A obrigatoriedade das folgas entra em vigor 60 dias após a promulgação, segundo o g1.

O Senado aprovou o fim da escala 6x1 em 14 de outubro de 2026, por 75 votos a 1, em dois turnos. A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga. O texto é idêntico ao aprovado pela Câmara e segue para promulgação. A imprensa internacional tratou a votação como vitória política de Lula a menos de duas semanas do segundo turno.

O que se sabe

  • O Senado aprovou o fim da escala 6x1 em 14 de outubro de 2026, em dois turnos, por 75 votos a favor e 1 contra, segundo o g1.
  • A PEC reduz o limite semanal de trabalho de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga, segundo o g1.
  • O texto aprovado é idêntico ao da Câmara, o que permite a promulgação, segundo o g1.
  • O governo estima que mais de 37 milhões de trabalhadores formais poderão ser beneficiados, segundo o g1.
  • A Reuters descreveu a medida como a maior reformulação dos direitos trabalhistas brasileiros em décadas, segundo o g1.
  • A Associated Press ressaltou a expectativa do presidente de fortalecer sua candidatura com a medida, segundo o g1.
  • A Deutsche Welle afirmou que a decisão poderia dar impulso a Lula na disputa eleitoral, segundo o g1.
  • A obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga entra em vigor 60 dias depois da promulgação, segundo o g1.

O que ainda não se sabe

  • A lista completa de profissões afetadas e não afetadas pela mudança não foi detalhada nas fontes consultadas.
  • Não há detalhamento sobre procedimentos práticos de negociação entre empregado e empregador nas fontes consultadas.
  • As consequências para empresas e setores econômicos específicos não foram quantificadas nas fontes consultadas.
  • O passo a passo exato do processo de promulgação e as datas precisas não foram confirmados nas fontes consultadas.
  • As reações de centrais sindicais e entidades empresariais não foram detalhadas nas fontes consultadas.

O que cada lado diz

  • Imprensa internacional (Reuters, AP, The Guardian, BBC, Financial Times, Washington Post, Le Monde, El País, Deutsche Welle, La Nación e Clarín): Trataram a aprovação como vitória política de Lula e impulso eleitoral antes do segundo turno, segundo o g1. (g1)
  • Flávio Bolsonaro (PL): Mudou de posição e passou a apoiar a medida diante da popularidade da reforma, segundo o g1. (g1)
  • Empresários e parlamentares: Defendiam uma transição de dez anos para a implementação das novas regras, segundo o g1. (g1)
  • Senadores da oposição: Criticaram a pressa e o uso do aparato estatal com base no calendário eleitoral, segundo o Clarín. (g1)
  • Deutsche Welle: Afirmou que a medida deixa de fora um grande número de pessoas na economia informal, como trabalhadores autônomos e motoristas de entrega, segundo o g1. (g1)

Linha do tempo

  • final de 2023: Vídeo do então balconista de farmácia Rick Azevedo viraliza e dá origem à campanha pelo fim da escala 6x1, segundo o g1.
  • 2019: Deputado petista Reginaldo Lopes apresenta uma PEC sobre o tema, segundo o g1.
  • fevereiro de 2025: A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) apresenta uma PEC, que é juntada à de 2019, segundo o g1.
  • maio: A Câmara aprova o texto da PEC, segundo o g1.
  • 14 de outubro de 2026: O Senado aprova o fim da escala 6x1 em dois turnos, por 75 votos a 1, segundo o g1.
  • 25 de outubro: Data do segundo turno da eleição presidencial, segundo o g1.
  • 2027: Rick Azevedo assume uma vaga na Câmara dos Deputados, segundo o g1.

Próximos passos

  • Promulgação da PEC, já que o texto aprovado é idêntico ao da Câmara, segundo o g1.
  • Entrada em vigor da obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga 60 dias após a promulgação, segundo o g1.
  • Adoção da semana de trabalho mais curta pelas empresas em até 14 meses, segundo o Washington Post.
  • Disputa do segundo turno em 25 de outubro, segundo o g1.
  • Acompanhamento dos efeitos da medida sobre trabalhadores informais, apontados como fora do alcance da PEC pela Deutsche Welle, segundo o g1.

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Perguntas frequentes

O que muda com o fim da escala 6x1?

A PEC reduz o limite semanal de trabalho de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga, segundo o g1. O governo estima que mais de 37 milhões de trabalhadores formais poderão ser beneficiados, segundo o g1.

Quando a mudança começa a valer?

A obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga entra em vigor 60 dias depois da promulgação da alteração constitucional, segundo o g1. O Washington Post destacou que a emenda concede às empresas 14 meses para adotarem a semana de trabalho mais curta, segundo o g1.

A medida vale para trabalhadores informais?

A Deutsche Welle afirmou que a medida deixa de fora um grande número de pessoas na economia informal, como trabalhadores autônomos e motoristas de entrega, segundo o g1.

Como a imprensa internacional avaliou a votação?

Veículos como Reuters, AP, The Guardian, BBC, Financial Times, Washington Post, Le Monde, El País, Deutsche Welle, La Nación e Clarín destacaram a aprovação como vitória política de Lula e impulso eleitoral, segundo o g1.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. G1
  2. CNN Brasil
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