Impeachment de Peña: presidente do Paraguai diz que vai se defender no Senado
Em desenvolvimento · atualizado às 22:07
Em poucas palavras
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que vai se defender no processo de impeachment aberto contra ele no Congresso. A Câmara de Deputados aprovou a acusação e o Senado convocou Peña para apresentar defesa às 10h de sexta-feira (6/11). O processo nasceu da crise do Ueno Bank, que teve liquidação iniciada pelo Banco Central. Para destituir Peña são necessários pelo menos 30 dos 45 votos de senadores.

O que você precisa saber
- Peña enfrenta impeachment por crise bancária do Ueno Bank, que teve liquidação iniciada pelo Banco Central.
- A Câmara aprovou a acusação; o Senado julga e precisa de 30 dos 45 votos para destituir.
- Peña diz que vai se defender e que seu destino pessoal não está acima do Paraguai.
- Se afastado, o vice Pedro Alliana assume a Presidência.
- A sessão de defesa está marcada para as 10h de sexta-feira (6/11).
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Impeachment de Peña: Senado do Paraguai marca defesa para sexta e exige 30 votos
O presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que vai se defender no processo de impeachment aberto contra ele no Congresso. A Câmara de Deputados aprovou a acusação e o Senado convocou Peña para apresentar defesa às 10h de sexta-feira (6/11). O processo ocorre em meio à crise do Ueno Bank, que teve intervenção do Banco Central do Paraguai. Para destituir Peña são necessários pelo menos 30 dos 45 votos de senadores.
O que se sabe
- Santiago Peña é presidente do Paraguai e enfrenta processo de impeachment no Congresso.
- A Câmara de Deputados aprovou o impeachment; o Senado ainda precisa votar.
- Peña declarou no X que se apresentará e exercerá seu direito à defesa, com argumentos e provas.
- O Senado convocou Peña para apresentar defesa às 10h de sexta-feira (6/11), segundo o presidente do Senado, Basilio Núñez.
- Peña poderá comparecer pessoalmente ou enviar representantes legais.
- A acusação perante os senadores é sustentada pelos deputados Rodrigo Blanco, Raúl Benítez, Rocío Vallejo, Adrián Vaesken, Pedro Gómez, Mauricio Espínola, Luis Fernando Franco e Carlos Núñez Salinas.
- O julgamento deve seguir os prazos do regimento do Senado, organizados em cinco sessões extraordinárias.
- Para aprovar a destituição são necessários pelo menos 30 votos dos 45 senadores.
- Se o afastamento for aprovado, o vice-presidente Pedro Alliana assume a Presidência.
- O Ueno Bank foi alvo de intervenção do Banco Central do Paraguai na terça-feira (3/11), após identificar índice de solvência abaixo do mínimo de 50%.
O que ainda não se sabe
- Não há confirmação sobre a data exata em que a Câmara aprovou o impeachment nem sobre o placar da votação.
- Não está claro se Peña comparecerá pessoalmente à sessão de sexta-feira ou se enviará representantes legais.
- O material não detalha quais irregularidades específicas são atribuídas a Peña na acusação.
- Não foi confirmado o resultado final da votação no Senado nem se o julgamento será concluído na sexta-feira.
- Não há confirmação sobre o número de votos obtidos na Câmara nem a composição partidária daquela votação.
- Não foi confirmado se a renúncia de Peña segue em discussão ou se foi substituída pelo processo de impeachment.
O que cada lado diz
- Santiago Peña, presidente do Paraguai: Afirma que vai se defender no processo, respeitando a Constituição e as instituições, e que seu destino pessoal não está acima do país. (CNN Brasil)
- Câmara de Deputados do Paraguai: Aprovou a acusação contra Peña, que será julgada pelo Senado, segundo o dossiê de fontes.
- Senado do Paraguai, por meio do presidente Basilio Núñez: Convocou Peña para apresentar defesa e afirmou que o julgamento seguirá os prazos do regimento, que prevê cinco sessões extraordinárias, segundo Metrópoles.
- Banco Central do Paraguai (BCP): Interveio no Ueno Bank após identificar índice de solvência abaixo do mínimo exigido de 50%, conforme Metrópoles.
Linha do tempo
- Terça-feira (3/11): Banco Central do Paraguai intervém no Ueno Bank por solvência abaixo do mínimo de 50%; operações são suspensas e cerca de 3 milhões de clientes ficam sem acesso aos serviços.
- Em meio à crise: Peña anuncia renúncia e pede desculpas aos paraguaios afetados; sessão conjunta do Congresso para analisar a renúncia fica sem quórum após deputados do Partido Colorado abandonarem o plenário.
- Data não confirmada: Câmara de Deputados aprova o impeachment de Peña.
- Antes da sessão de sexta: Senado convoca Peña para apresentar defesa às 10h de sexta-feira (6/11).
- Sexta-feira (6/11), às 10h: Sessão marcada para Peña apresentar defesa; segundo o presidente do Senado, o julgamento pode ser concluído ao longo do dia, se os prazos permitirem.
Próximos passos
- A sessão de defesa de Peña no Senado está marcada para as 10h de sexta-feira (6/11).
- O Senado deve votar o impeachment; são necessários pelo menos 30 dos 45 votos para destituir Peña.
- Se a destituição for aprovada, o vice-presidente Pedro Alliana assume a Presidência da República.
- O julgamento deve seguir os prazos do regimento do Senado, com cinco sessões extraordinárias previstas.
- Não há confirmação sobre a conclusão do processo na sexta-feira nem sobre o resultado da votação.
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
Peña vai se defender pessoalmente no Senado?
Peña afirmou que vai se defender, mas não está confirmado se comparecerá pessoalmente à sessão de sexta-feira ou se enviará representantes legais. O Senado o convocou para as 10h de sexta-feira (6/11).
Quantos votos são necessários para destituir Peña?
São necessários pelo menos 30 dos 45 votos de senadores para aprovar a destituição de Peña.
O que acontece se o Senado aprovar o impeachment de Peña?
Se o afastamento for aprovado, o vice-presidente Pedro Alliana assume a Presidência da República, conforme a ordem de sucessão constitucional.
Por que o Ueno Bank foi intervencionado pelo Banco Central do Paraguai?
O Banco Central do Paraguai identificou que o índice de solvência do Ueno Bank estava abaixo do mínimo exigido, de 50%, e iniciou a liquidação da instituição.
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Fontes consultadas
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