Fim da escala 6x1: como votaram os senadores do Piauí
Em desenvolvimento · atualizado às 14:17
Em poucas palavras
O Senado aprovou em dois turnos a PEC que acaba com a escala 6x1, garante dois dias de folga por semana sem redução salarial e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas. Os três senadores do Piauí, Ciro Nogueira (Progressistas), Jussara Lima (PSD) e Marcelo Castro (MDB), votaram a favor no segundo turno, segundo o g1. Ciro Nogueira esteve ausente no primeiro turno. Cada turno teve 75 votos a favor e um contra.

O que você precisa saber
- O Senado aprovou a PEC que acaba com a escala 6x1 em dois turnos, com 75 votos a favor e um contra em cada um.
- Os três senadores do Piauí votaram a favor no segundo turno; Ciro Nogueira faltou ao primeiro.
- O texto garante dois dias de folga por semana sem redução salarial e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas.
- Um dos dias de folga deve ser preferencialmente aos domingos, e o limite de oito horas diárias segue valendo.
- A PEC é a nº 221, de 2019, e agora segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
O Senado aprovou em dois turnos a PEC que acaba com a escala 6x1, garante dois dias de folga por semana sem redução salarial e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas. Os três senadores do Piauí, Ciro Nogueira (Progressistas), Jussara Lima (PSD) e Marcelo Castro (MDB), votaram a favor no segundo turno, segundo o g1. Ciro Nogueira esteve ausente no primeiro turno. Cada turno teve 75 votos a favor e um contra.
Atualização às 14:17
O dossiê novo confirma que o único voto contrário à PEC do fim da escala 6x1 nos dois turnos foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), segundo o g1. A nota anterior não identificava quem havia votado contra.
A PEC também traz um cronograma de transição que não estava detalhado antes: dois meses após a promulgação, a jornada cai para 42 horas semanais, e após 12 meses chega a 40 horas, segundo o g1. A proposta passou pela Câmara dos Deputados em maio e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em setembro, ainda conforme o g1.
O texto segue para promulgação pelo Congresso Nacional, sem necessidade de sanção presidencial, e a publicação no Diário Oficial da União dará início a um período de adaptação para os empregadores, segundo o g1. Atividades essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão adotar formas diferentes de organização da jornada por meio de acordos ou convenções coletivas.
Correção: A nota anterior afirmava que os três senadores do Piauí votaram a favor no segundo turno. O dossiê novo confirma apenas o voto de Ciro Nogueira (PP-PI) a favor no segundo turno. Não há informação confirmada sobre os demais senadores do Piauí.
O que se sabe
- O Senado aprovou a PEC que acaba com a escala 6x1 na quarta-feira (14), segundo o g1.
- A votação ocorreu em dois turnos, e cada turno teve 75 votos a favor e um contra, segundo o g1.
- O único senador a votar contra foi Hamilton Mourão (Republicanos-RS), segundo o g1.
- Ciro Nogueira (PP-PI) não participou da primeira votação e votou a favor no segundo turno, segundo o g1.
- O texto garante dois dias de descanso remunerado por semana ao trabalhador, sem redução salarial, segundo o g1.
- A PEC reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, segundo o g1.
- A mudança será gradual: dois meses após a promulgação, a jornada cai para 42 horas; após 12 meses, para 40 horas, segundo o g1.
- Um dos dias de repouso deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos, segundo o g1.
- A PEC passou pela Câmara dos Deputados em maio e pela CCJ do Senado em setembro, segundo o g1.
- Com a aprovação no Senado, o texto segue para promulgação pelo Congresso Nacional, sem necessidade de sanção presidencial, segundo o g1.
O que ainda não se sabe
- Não há informação sobre quando a mudança começa a valer na prática para os trabalhadores.
- Não há detalhamento de quais profissões ou categorias ficam de fora das novas regras.
- Não há explicação sobre como fica a negociação entre trabalhador e empresa após a aprovação.
- Não há lista completa de como votaram todos os senadores, apenas os do Piauí e de Minas Gerais.
- Não há informação sobre o cronograma da implementação progressiva prevista na PEC.
- Não há confirmação sobre a data exata da promulgação pelo Congresso Nacional.
O que cada lado diz
- Senadores do Piauí (Ciro Nogueira, Jussara Lima e Marcelo Castro): Votaram a favor no segundo turno da PEC que acaba com a escala 6x1 (g1)
- Senadores de Minas Gerais (Cleitinho Azevedo, Carlos Viana e Renzo Braz): Votaram a favor nos dois turnos, segundo o Metrópoles (Metrópoles)
- Cleitinho Azevedo (Republicanos): Defendeu o fim da escala 6x1 durante a campanha eleitoral (Metrópoles)
- Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): A proposta provocou divergências políticas entre eles, segundo o Metrópoles (Metrópoles)
Linha do tempo
- quarta-feira (14): Senado aprova a PEC que acaba com a escala 6x1 em dois turnos, com 75 votos a favor e um contra em cada turno
- primeiro turno: Ciro Nogueira (Progressistas) esteve ausente
- segundo turno: Os três senadores do Piauí votam a favor: Ciro Nogueira, Jussara Lima e Marcelo Castro
- após a votação: A PEC segue para promulgação pelo Congresso Nacional
Próximos passos
- Promulgação da PEC pelo Congresso Nacional, em data ainda não confirmada.
- Definição do cronograma da implementação progressiva prevista no texto.
- Definição de como funcionará a compensação de horários e a redução de jornada por acordo ou convenção coletiva, previstas no texto.
- Esclarecimento sobre quais categorias ou profissões ficam de fora das novas regras.
- Definição de como ficará a negociação entre trabalhador e empresa.
O assunto em poucos toques
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
Como votaram os senadores do Piauí na PEC do fim da escala 6x1?
Segundo o g1, os três senadores do Piauí votaram a favor no segundo turno: Ciro Nogueira (Progressistas), Jussara Lima (PSD) e Marcelo Castro (MDB). Ciro Nogueira esteve ausente no primeiro turno.
O que muda com o fim da escala 6x1?
Segundo o g1, o texto garante dois dias de folga por semana sem diminuição do salário e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. Um dos dias de folga deve ser preferencialmente aos domingos, e o limite de oito horas diárias é mantido.
A PEC já está valendo após a aprovação no Senado?
Ainda não. Segundo o g1, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. Não há confirmação sobre a data exata da promulgação nem sobre quando as mudanças passam a valer na prática.
Quantos votos a favor e contra teve a PEC no Senado?
Segundo o g1, cada um dos dois turnos teve 75 votos a favor e um contra.
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Fontes consultadas
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