Fim da escala 6x1: Alcolumbre pauta votação no Senado para 6 de outubro
Em desenvolvimento · atualizado às 21:06
Em poucas palavras
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pautou a PEC do fim da escala 6x1 para a próxima terça-feira (6/10), dois dias depois do primeiro turno das eleições, segundo o Metrópoles. A tramitação foi incluída no sistema do Senado na tarde de sexta-feira (2/10). A proposta reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado por semana.
O que você precisa saber
- Alcolumbre pautou a PEC do fim da escala 6x1 para 6 de outubro, dois dias após o primeiro turno, segundo o Metrópoles.
- A tramitação foi incluída no sistema do Senado na tarde de sexta-feira (2/10).
- A proposta reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado por semana.
- A PEC precisa de 49 dos 81 senadores em dois turnos, após cinco sessões de discussão.
- Se o Senado mantiver o texto da Câmara, a promulgação ocorre sem sanção presidencial.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pautou a PEC do fim da escala 6x1 para a próxima terça-feira (6/10), dois dias depois do primeiro turno das eleições, segundo o Metrópoles. A tramitação foi incluída no sistema do Senado na tarde de sexta-feira (2/10). A proposta reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais, de forma escalonada: inicialmente para 42 horas semanais 60 dias após a promulgação, e para 40 horas um ano depois. A PEC também garante dois dias de descanso remunerado por semana, com um deles preferencialmente aos domingos.
O que se sabe
- Davi Alcolumbre é o presidente do Senado Federal.
- Alcolumbre pautou a PEC do fim da escala 6x1 para a próxima terça-feira (6/10), dois dias depois do primeiro turno das eleições, segundo o Metrópoles.
- A tramitação foi incluída no sistema do Senado na tarde de sexta-feira (2/10), segundo o Metrópoles.
- A PEC é uma das propostas prioritárias do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta é a PEC 221/2019.
- Alcolumbre pautou as três primeiras sessões de discussão em plenário para a próxima semana.
- Uma PEC precisa passar por cinco sessões e dois turnos de votação.
- A proposta reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais.
- A PEC foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de setembro. O relator na CCJ foi o senador Omar Aziz (PSD), que manteve o texto aprovado pela Câmara e rejeitou mais de 35 emendas apresentadas.
- A PEC precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores em dois turnos.
- Se o Senado mantiver o texto aprovado pela Câmara, a proposta poderá ser promulgada sem sanção presidencial. Convenções e acordos coletivos poderão estabelecer formas diferentes de organização da jornada.
O que ainda não se sabe
- Se a votação será concluída antes do segundo turno, previsto para 25 de outubro, segundo a Agência Brasil.
- Quais senadores votarão a favor e quais votarão contra a PEC. A oposição aliada ao senador Flávio Bolsonaro tentou segurar a pauta, e senadores da base de Lula atuaram para encerrar a tramitação entre o primeiro e o segundo turnos.
- Qual será o impacto da redução da jornada em setores específicos da economia.
- Como ficará a remuneração dos trabalhadores com a redução da jornada.
- Quais categorias seriam mais afetadas pela mudança.
- Qual o prazo para a promulgação após a aprovação. A PEC ficou parada no Senado por meses em meio à disputa entre Lula e Alcolumbre, e Alcolumbre só despachou a proposta à CCJ depois de se reunir com Lula em agosto.
O que cada lado diz
- Governo Lula: A PEC é uma das propostas prioritárias do governo, segundo o dossiê. (Metrópoles)
- Oposição aliada ao senador Flávio Bolsonaro: Tentou segurar a pauta, segundo o Metrópoles. (Metrópoles)
- Senadores da base de Lula: Atuaram para encerrar a tramitação entre o primeiro e o segundo turnos, segundo o Metrópoles. (Metrópoles)
- Davi Alcolumbre: Disse que só pautaria a PEC após as eleições, sem especificar se antes ou depois do segundo turno, segundo a Agência Brasil. (Agência Brasil)
- Paulo Paim (PT-RS): Fez um apelo para que a votação ocorresse antes das eleições, segundo o dossiê. (Metrópoles)
Linha do tempo
- Agosto: Alcolumbre se reúne com Lula e só depois despacha a proposta à CCJ, segundo o dossiê. A PEC ficou parada no Senado por meses em meio à disputa entre Lula e Alcolumbre.
- Início de setembro: A PEC é aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), segundo o Metrópoles.
- Setembro: Alcolumbre diz que o Senado votará o fim da escala 6x1 após as eleições, segundo a Agência Brasil.
- 2 de outubro: A tramitação da PEC é incluída no sistema do Senado na tarde de sexta-feira, segundo o Metrópoles.
- 4 de outubro: Primeiro turno das eleições, segundo a Agência Brasil. A PEC é a PEC 221/2019.
- 6 de outubro: Data pautada por Alcolumbre para a votação da PEC, segundo o Metrópoles.
- 25 de outubro: Data prevista para o segundo turno, segundo a Agência Brasil.
Próximos passos
- A PEC precisa passar por cinco sessões de discussão em plenário.
- Depois, precisa de dois turnos de votação, com apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores.
- Se o Senado mantiver o texto aprovado pela Câmara, a proposta poderá ser promulgada sem sanção presidencial. Convenções e acordos coletivos poderão estabelecer formas diferentes de organização da jornada.
- Pelo texto, a jornada máxima cai de 44 para 42 horas semanais 60 dias após a promulgação. Um ano depois, o limite será reduzido para 40 horas. A PEC também garante dois dias de descanso remunerado por semana, com um deles preferencialmente aos domingos.
- Um ano depois, o limite será reduzido para 40 horas.
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que é a PEC do fim da escala 6x1?
É a PEC 221/2019, que reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado por semana, segundo o Metrópoles. A proposta já foi aprovada pela Câmara e pela CCJ do Senado.
Quando o Senado vai votar o fim da escala 6x1?
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pautou a votação para a próxima terça-feira (6/10), dois dias depois do primeiro turno das eleições, segundo o Metrópoles. As três primeiras sessões de discussão foram pautadas para a próxima semana.
Quantos votos são necessários para aprovar a PEC no Senado?
A PEC precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores em dois turnos de votação, após cinco sessões de discussão, segundo o Metrópoles.
O que muda com o fim da escala 6x1?
Pelo texto, a jornada máxima cai de 44 para 42 horas semanais 60 dias após a promulgação. Um ano depois, o limite será reduzido para 40 horas. A PEC garante dois dias de descanso remunerado por semana, com um deles preferencialmente aos domingos, segundo o Metrópoles.
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Fontes consultadas
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- Alcolumbre pauta fim da 6x1 para dois dias depois do primeiro turno
- Alcolumbre diz que Senado vota fim da escala 6x1 após as eleições | Agência Brasil
- Alcolumbre deixa fim da 6x1 para depois da eleição - 03/09/2026 - Economia - Folha
- Alcolumbre diz que Senado votará fim da escala 6x1 após eleições
- Davi divulga prioridades da pauta, incluindo fim da escala 6 x 1 — Senado Notícias
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