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Greve da Caixa acaba: TST manda voltar ao trabalho e define reajuste

Em desenvolvimento · atualizado às 17:32

Publicado em 3 min de leitura

Em poucas palavras

O TST decidiu em 29 de setembro de 2026 encerrar a greve dos empregados da Caixa, iniciada em 10 de setembro. O relator Maurício Godinho Delgado rejeitou o pedido de greve abusiva, afastou multa aos sindicatos e determinou retorno imediato ao trabalho. Os dias parados serão compensados em até 180 dias, sem desconto. A sentença prevê reajuste de 100% do INPC mais 0,6% de ganho real.

Agência bancária da Caixa fechada, com portas de vidro, aviso na entrada e balcões vazios durante a greve
Agência bancária da Caixa fechada, com portas de vidro, aviso na entrada e balcões vazios durante a greve

O que você precisa saber

  • O TST encerrou a greve da Caixa em 29 de setembro de 2026 e determinou retorno imediato ao trabalho.
  • A greve não foi declarada abusiva e os sindicatos não receberam multa.
  • Os dias parados serão compensados em até 180 dias, sem desconto salarial.
  • O reajuste é de 100% do INPC mais 0,6% de ganho real, válido de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027.
  • A discussão sobre o Saúde Caixa segue em negociação entre banco e sindicatos.

O TST decidiu em 29 de setembro de 2026 encerrar a greve dos empregados da Caixa, iniciada em 10 de setembro. O relator Maurício Godinho Delgado rejeitou o pedido de greve abusiva, afastou multa aos sindicatos e determinou retorno imediato ao trabalho. Os dias parados serão compensados em até 180 dias, sem desconto. A sentença prevê reajuste de 100% do INPC mais 0,6% de ganho real.

O que se sabe

  • O TST julgou o dissídio coletivo em 29 de setembro de 2026 e determinou o encerramento da greve, segundo o g1.
  • A paralisação começou em 10 de setembro e teve como principal ponto de conflito as mudanças propostas para o Saúde Caixa, segundo o g1.
  • O relator, ministro Maurício Godinho Delgado, rejeitou o pedido da Caixa para declarar a greve abusiva e afastou multa aos sindicatos, segundo o g1.
  • Os dias parados deverão ser compensados em até 180 dias, sem desconto salarial, segundo o g1.
  • A sentença normativa concede reajuste de 100% do INPC mais 0,6% de ganho real, válido de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027, segundo o g1.
  • O mesmo índice será aplicado a benefícios como auxílio-refeição, auxílio-alimentação, cesta-alimentação, auxílio-creche e auxílio-babá, segundo o g1.
  • O TST incorporou à sentença cláusulas anteriores sobre Saúde Caixa e PLR, segundo o g1.
  • Em liminar de 24 de setembro de 2026, o TST determinou que 60% dos empregados permanecessem em atividade, com multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento, segundo o Sindicato dos Bancários.
  • A Caixa afirmou que mais de 80% das agências estavam fechadas durante a greve e que está presente em 98% dos municípios, segundo a Folha de S.Paulo.

O que ainda não se sabe

  • As novas regras do Saúde Caixa, tema que segue em negociação entre banco e sindicatos.
  • Se o reajuste de 0,6% de ganho real será retroativo a setembro de 2026 para todos os empregados.
  • Como a compensação dos dias parados em até 180 dias afetará a jornada diária dos empregados.
  • Quais agências e serviços ainda podem operar com restrição após o fim da greve.
  • O prazo e o formato das próximas negociações sobre o Saúde Caixa.
  • Se haverá novo dissídio coletivo caso as negociações sobre o Saúde Caixa não avancem.

O que cada lado diz

  • Tribunal Superior do Trabalho (TST): Determinou o fim da greve, rejeitou a declaração de abusividade e fixou reajuste de 100% do INPC mais 0,6%, com compensação dos dias parados em até 180 dias. (g1)
  • Caixa Econômica Federal: Pedia a declaração de abusividade da greve e, na liminar, a manutenção de 80% dos empregados em atividade. (g1 e Sindicato dos Bancários)
  • Sindicatos dos empregados: Argumentavam que as mudanças propostas para o Saúde Caixa elevariam a contribuição dos empregados e poderiam consumir o ganho do reajuste. (g1)
  • Ministro Maurício Godinho Delgado (relator): Considerou a compensação bancária atividade essencial e apontou a responsabilidade da Caixa no pagamento de benefícios sociais e na gestão do FGTS. (g1)

Linha do tempo

  • 10 de setembro de 2026: Início da greve nacional dos empregados da Caixa, segundo o g1.
  • 24 de setembro de 2026: TST concede liminar determinando 60% dos empregados em atividade e multa diária de R$ 100 mil, segundo o Sindicato dos Bancários.
  • 24 de setembro de 2026: Caixa ajuíza dissídio coletivo no TST, segundo a CartaCapital.
  • 29 de setembro de 2026: TST julga o dissídio coletivo e determina o fim da greve, segundo o g1.

Próximos passos

  • Acompanhar a negociação entre Caixa e sindicatos sobre o Saúde Caixa.
  • Verificar como a compensação dos dias parados será aplicada na prática.
  • Observar o retorno gradual do atendimento nas agências da Caixa.
  • Acompanhar eventual novo dissídio coletivo caso as negociações não avancem.

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Perguntas frequentes

A greve da Caixa acabou?

Sim. O TST determinou em 29 de setembro de 2026 o encerramento da greve e a retomada das atividades pelos trabalhadores, segundo o g1.

Os dias parados serão descontados?

Não. Os empregados deverão compensar os dias parados em até 180 dias, sem desconto salarial, segundo o g1.

Qual foi o reajuste concedido pelo TST?

Reajuste de 100% do INPC mais 0,6% de ganho real, válido de 1º de setembro de 2026 a 31 de agosto de 2027, segundo o g1.

O que muda no Saúde Caixa após a decisão?

O TST incorporou à sentença as cláusulas do Saúde Caixa já previstas em acordos anteriores. A discussão sobre o plano segue em negociação entre banco e sindicatos, segundo o g1.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. Greve da Caixa chega ao fim por decisão do TST | G1
  2. TST determina que 60% dos empregados da Caixa voltem ao trabalho | Sindicato dos Bancários
  3. Greve da Caixa: entenda como fica após decisão do TST | Folha
  4. TST decide que 60% dos empregados da Caixa devem permanecer em atividade | CartaCapital
  5. TST determina fim da greve dos funcionários da Caixa | Metrópoles
  6. Greve: TST diz que Caixa deve manter 60% dos empregados | Revista Oeste
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