PCO orienta voto nulo no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro: o que isso significa
Em alta · atualizado às 10:06
Em poucas palavras
O PCO orientou seus eleitores a votar nulo no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. A decisão foi aprovada na 39ª Conferência Nacional do partido, em São Paulo, em 11 de outubro de 2026, e divulgada em 12 de outubro pelo Diário Causa Operária. O presidente Rui Costa Pimenta critica os dois candidatos.

O que você precisa saber
- O PCO orientou voto nulo no segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.
- A decisão foi aprovada na 39ª Conferência Nacional do partido, em 11 de outubro de 2026.
- Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, recebeu 15.024 votos no primeiro turno.
- O PCO apoiou Lula em 2018 e 2022, mas mudou de posição neste ano.
- UP, PSTU e PCB apoiam Lula no segundo turno, posição contrária à do PCO.
O PCO orientou seus eleitores a votar nulo no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. A decisão foi aprovada na 39ª Conferência Nacional do partido, em São Paulo, em 11 de outubro de 2026, e divulgada em 12 de outubro pelo Diário Causa Operária. O presidente Rui Costa Pimenta critica os dois candidatos.
Atualização às 10:06
O G1 confirmou que o PCO orientou seus filiados a votar nulo no segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). A decisão saiu na 39ª Conferência Nacional do partido, no domingo (11), e foi anunciada na segunda-feira (12).
O presidente Rui Costa Pimenta, candidato do PCO à Presidência no primeiro turno, recebeu 15.024 votos, o equivalente a 0,01% dos votos válidos, e ficou em último lugar entre os presidenciáveis. Ele criticou a relação do PT com o STF e disse que o partido fez aliança com o que há de pior no regime político brasileiro.
O histórico de apoio do PCO a Lula é oscilante. A legenda apoiou o petista em 1989, 1994, 1998, 2018 e 2022, e não apoiou em 2002, 2006, 2010 e 2014. Em 2018, com o impedimento judicial da candidatura de Lula, o PCO não apoiou Fernando Haddad.
Correção: A nota anterior dizia que o PCO apoiou Lula em 2018 antes de sua exclusão da disputa e em 2022, mas mudou de posição neste ano. O histórico é mais amplo: o PCO também apoiou Lula em 1989, 1994 e 1998, e não apoiou em 2002, 2006, 2010 e 2014. Em 2018, o PCO defendeu a candidatura de Lula, mas não apoiou Fernando Haddad após o impedimento judicial.
O que se sabe
- O PCO orientou seus filiados a votar nulo no segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
- A decisão foi tomada na 39ª Conferência Nacional do PCO, no domingo (11), e anunciada na segunda-feira (12).
- O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, foi candidato à Presidência no primeiro turno e recebeu 15.024 votos, 0,01% dos votos válidos, ficando em último lugar entre os presidenciáveis.
- Rui Costa Pimenta criticou a relação do PT com o STF, dizendo que o PT fez aliança com o que há de pior no regime político brasileiro.
- O PCO apoiou Lula em 1989, 1994, 1998, 2018 e 2022.
- O PCO não apoiou Lula em 2002, 2006, 2010 e 2014.
- Em 2018, com o impedimento judicial da candidatura de Lula, o PCO não apoiou Fernando Haddad.
- Em 2022, o PCO voltou a apoiar Lula, em oposição ao cenário político estabelecido após 2016, segundo a legenda.
- Não há informação confirmada sobre reações de Lula, do PT ou de Flávio Bolsonaro à orientação do PCO.
- Não há informação confirmada sobre quantos filiados o PCO tem atualmente nem sobre o impacto numérico do voto nulo no resultado.
O que ainda não se sabe
- Não há detalhes sobre como o voto nulo é tecnicamente realizado na urna.
- Não há informações sobre o impacto prático do voto nulo no resultado eleitoral.
- Não há dados sobre a porcentagem de eleitores que seguem a orientação do PCO.
- Não há posicionamento oficial do PT ou de Flávio Bolsonaro sobre a decisão do PCO.
- Não há explicação detalhada sobre o que é a 39ª Conferência Nacional do PCO e como ela funciona.
- Não há informações sobre a reação de outros partidos além de UP, PSTU e PCB.
O que cada lado diz
- PCO: Orienta voto nulo no segundo turno e defende independência de classe e revolução. (Diário Causa Operária)
- Rui Costa Pimenta: Afirma que nem Lula nem Flávio Bolsonaro representam os objetivos fundamentais da classe operária. (Poder360)
- UP, PSTU e PCB: Anunciaram apoio a Lula no segundo turno, posição contrária à do PCO. (Poder360)
- Apoiadores do PCO: Parte criticou a decisão do partido, segundo o Poder360. (Poder360)
Linha do tempo
- 1980: Rui Costa Pimenta participa da fundação do PT.
- 1992: Rui Costa Pimenta deixa o PT.
- 2018: PCO apoia Lula antes de sua exclusão da disputa.
- 2022: PCO apoia Lula.
- 11 de outubro de 2026: 39ª Conferência Nacional do PCO aprova a orientação de voto nulo, em São Paulo.
- 12 de outubro de 2026: Diário Causa Operária divulga a decisão.
O que ainda não se sabe
- Não há posicionamento oficial do PT ou da campanha de Flávio Bolsonaro sobre a decisão do PCO.
- Não há informações sobre a reação de outros partidos além de UP, PSTU e PCB.
- Não há menção a pesquisas de intenção de voto que incluam a orientação do PCO.
- Não há dados sobre a representatividade do PCO no cenário político nacional.
O assunto em poucos toques
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que significa o PCO orientar voto nulo no segundo turno?
Significa que o partido recomenda aos seus eleitores não votar em nenhum dos dois candidatos, Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). A orientação foi aprovada na 39ª Conferência Nacional do PCO e divulgada pelo Diário Causa Operária.
Por que o PCO decidiu orientar voto nulo entre Lula e Flávio Bolsonaro?
O partido afirma que nem Lula nem Flávio Bolsonaro representam os objetivos fundamentais da classe operária. O PCO critica a aliança do PT com o STF, a política econômica do governo e a aproximação com setores da direita, além de rejeitar a candidatura de Flávio Bolsonaro.
Quem é Rui Costa Pimenta e qual sua posição no PCO?
Rui Costa Pimenta é presidente do PCO e foi candidato à Presidência em 2026, recebendo 15.024 votos no primeiro turno. Ele participou da fundação do PT em 1980 e permaneceu no partido até 1992.
O PCO já apoiou Lula em outras eleições?
Sim. O PCO apoiou Lula em 2018, antes de sua exclusão da disputa, e em 2022. Neste ano, o partido mudou de posição e orienta voto nulo no segundo turno.
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Fontes consultadas
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