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Flaviômetro: Nunes Marques nega pedido de Lula e mantém site no ar

Em alta · atualizado às 00:16

Publicado em 3 min de leitura

Em poucas palavras

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, negou o pedido da campanha de Lula para retirar do ar o site Flaviômetro, operado pela campanha de Flávio Bolsonaro. A decisão foi tomada em 23 de outubro de 2026, segundo a CNN Brasil, e divulgada pela CartaCapital no dia seguinte. O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site e enviou o caso ao plenário do TSE.

O que você precisa saber

  • Nunes Marques negou o pedido da campanha de Lula para retirar o Flaviômetro do ar.
  • O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site.
  • A decisão será analisada pelo plenário do TSE.
  • Flávio Bolsonaro e o PL serão citados para se defender.
  • A PGE deverá se manifestar sobre o caso.

Em menos de 1 minuto

Nunes Marques mantém Flaviômetro no ar e manda investigar quem paga

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, negou o pedido da campanha de Lula para retirar do ar o site Flaviômetro, operado pela campanha de Flávio Bolsonaro. A decisão foi tomada em 23 de outubro de 2026, segundo a CNN Brasil, e divulgada pela CartaCapital no dia seguinte. O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site e enviou o caso ao plenário do TSE.

O que se sabe

  • Nunes Marques, presidente do TSE, rejeitou pedido da campanha de Lula para tirar o Flaviômetro do ar.
  • O Flaviômetro se apresenta como 'A direita brasileira unida' e é atribuído à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), embora o ministro tenha dito que não há, até o momento, elementos que comprovem esse vínculo.
  • O site monitora 1.521 agentes políticos em oito redes sociais.
  • As classificações do site são: 'Pediu voto', 'Falou', 'Não falou', 'Sem postar' e 'Sem coleta'.
  • O objetivo declarado é identificar parlamentares que apoiam o candidato do PL à Presidência.
  • Nunes Marques afirmou que não há, até o momento, elementos que liguem o site à campanha de Flávio, ao candidato ou ao PL.
  • O ministro determinou que a Cloudflare forneça dados cadastrais do titular do site, informações de pagamento, IP real do servidor e registros de acesso à conta de administração desde 12 de outubro, quando o domínio foi registrado.
  • A Cloudflare terá 48 horas para entregar as informações, que ficarão sob sigilo no processo.
  • O ministro também mandou provedores de conexão e hospedagem identificarem assinantes e contratantes a partir dos IPs fornecidos.
  • A campanha de Lula alegou que o site funciona como central de produção e distribuição de propaganda eleitoral em favor de Flávio às vésperas do segundo turno.

O que ainda não se sabe

  • Não há informação confirmada sobre quem é o titular do domínio do Flaviômetro nem quem efetivamente paga pela manutenção do site.
  • Não foi divulgado o teor completo da decisão de Nunes Marques, apenas os pontos citados pelas reportagens.
  • Não há confirmação sobre a data em que o plenário do TSE analisará o caso.
  • Não está claro se a Cloudflare já respondeu às diligências ou se pediu prorrogação de prazo.
  • Não foi informado o valor dos supostos gastos não contabilizados apontados pela campanha de Lula.
  • Não há detalhes sobre quais provedores de conexão e hospedagem foram acionados nem os prazos dados a eles.

O que cada lado diz

  • Campanha de Lula: Sustentou que o site funciona como central de produção e distribuição de propaganda eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro às vésperas do segundo turno, que não foi comunicado à Justiça Eleitoral e estaria hospedado no exterior, com gastos não contabilizados. (CartaCapital)
  • Nunes Marques, presidente do TSE: Afirmou que não há, até o momento, elementos que liguem o site à campanha de Flávio, ao candidato ou ao PL. Considerou a fala do deputado Gustavo Gayer ambígua e disse que divulgação em perfil pessoal não equivale à feita por canais oficiais de campanha. Lembrou que a lei eleitoral não proíbe sites de apoio criados por pessoas físicas, desde que não haja impulsionamento, disparo em massa ou pagamento ao responsável. (CNN Brasil)
  • Flávio Bolsonaro e PL: Serão citados para apresentar defesa no processo. (CartaCapital)

Linha do tempo

  • 12 de outubro: Registro do domínio do Flaviômetro, ponto de partida dos registros de acesso exigidos pelo TSE.
  • 23 de outubro de 2026: Nunes Marques nega o pedido da campanha de Lula para retirar o site do ar, segundo a CNN Brasil.
  • 24 de outubro de 2026: CartaCapital divulga a decisão.
  • Domingo (25): Segundo turno das eleições de 2026.

Próximos passos

  • A decisão será submetida ao plenário do TSE.
  • Flávio Bolsonaro e o PL serão citados para apresentar defesa.
  • A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) deverá se manifestar.
  • A Cloudflare tem 48 horas para entregar os dados solicitados, que ficarão sob sigilo.
  • Provedores de conexão e hospedagem devem identificar assinantes e contratantes a partir dos IPs fornecidos.

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Perguntas frequentes

Quem é o dono do Flaviômetro?

Não há informação confirmada sobre o titular do domínio do Flaviômetro. O TSE determinou que a Cloudflare forneça dados cadastrais do titular, informações de pagamento, IP real do servidor e registros de acesso à conta de administração desde 12 de outubro, quando o domínio foi registrado.

Por que Nunes Marques negou o pedido da campanha de Lula?

Segundo a CNN Brasil, Nunes Marques entendeu que não havia comprovação de vínculo entre o site e a campanha de Flávio Bolsonaro. Ele também considerou a fala do deputado Gustavo Gayer ambígua e lembrou que a lei eleitoral não proíbe sites de apoio criados por pessoas físicas, desde que não haja impulsionamento, disparo em massa ou pagamento ao responsável.

O Flaviômetro pode sair do ar antes do segundo turno?

A decisão de Nunes Marques mantém o site no ar. O caso será submetido ao plenário do TSE, mas não há confirmação sobre a data em que isso ocorrerá. O segundo turno está marcado para domingo (25).

O que é o portal 'Pode Espalhar' citado na decisão?

Segundo a CartaCapital, Nunes Marques comparou o caso do Flaviômetro ao portal 'Pode Espalhar', da campanha de Lula, que fazia pedido explícito de voto e foi regularizado em vez de removido.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. CartaCapital: Nunes Marques nega pedido da campanha de Lula e mantém 'Flaviômetro' no ar
  2. CNN Brasil: TSE mantém no ar site pró-Flávio e manda investigar financiamento
  3. Valor Econômico: Coligação de Lula pede cassação e inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por suposta relação com milícia
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