Nunes Marques manda derrubar canal 'Exército do Lula' no WhatsApp; entenda o caso
Em desenvolvimento · atualizado às 12:46
Em poucas palavras
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp, coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG). A decisão atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). O canal cresceu de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias após o fim do primeiro turno. Não há confirmação de que a suspensão já tenha sido cumprida.

O que você precisa saber
- Nunes Marques, presidente do TSE, determinou a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp.
- A decisão atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
- O canal era coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG) e cresceu de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias.
- O corregedor-geral eleitoral determinou que Flávio preste esclarecimentos em 72 horas e os citados apresentem defesa em cinco dias.
- Não há confirmação sobre a retirada efetiva do canal do ar ou sobre a suspensão do perfil @janones.apoio no Instagram.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp, coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG). A decisão atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que também pedia a suspensão do perfil @janones.apoio no Instagram e a interrupção de impulsionamentos. O canal cresceu de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias após o fim do primeiro turno. Não há confirmação de que a suspensão já tenha sido cumprida pelo WhatsApp ou pelos administradores do canal.
O que se sabe
- O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, determinou a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp.
- A decisão atendeu a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência.
- O canal era coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG).
- O canal passou de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias após o fim do primeiro turno.
- Segundo Nunes Marques, não está em discussão a mobilização de apoiadores, críticas políticas ou uso das redes para pedir votos.
- O problema apontado é o uso de estrutura para divulgar conteúdos que o STF já considerou falsos e orientar como driblar mecanismos de proteção da plataforma.
- O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que Flávio Bolsonaro preste esclarecimentos em até 72 horas.
- Os citados (Lula, Geraldo Alckmin e André Janones) deverão apresentar defesa em até cinco dias.
- A ação foi protocolada no TSE na quarta-feira (7).
O que ainda não se sabe
- Não há informação confirmada sobre a data exata em que o canal foi efetivamente retirado do ar.
- Não está claro se a suspensão já foi cumprida pelo WhatsApp ou pelos administradores.
- Não foi confirmado se o perfil @janones.apoio no Instagram também foi suspenso.
- Não há informação sobre eventuais recursos apresentados por Janones ou pela campanha de Lula.
- Não está confirmado se a decisão de Nunes Marques tem caráter liminar ou definitivo.
- Não há informação sobre a reação oficial do WhatsApp ou da Meta.
O que cada lado diz
- Campanha de Flávio Bolsonaro (PL): Pede a suspensão do canal e do perfil @janones.apoio, além da interrupção de impulsionamentos. Alega que Janones distribui 'missões' para disseminar conteúdos 'desinformativos e ofensivos'. (G1 e Valor Econômico)
- André Janones (Rede-MG): Publicou vídeo no Instagram criticando o pedido, chamando-o de 'tentativa clara de censura'. (Revista Fórum)
- Ministro Kassio Nunes Marques (TSE): Determinou a suspensão do canal. Segundo ele, o problema não é a mobilização de apoiadores nem críticas políticas, mas o uso de estrutura para divulgar conteúdos que o STF já considerou falsos e orientar como driblar mecanismos de proteção. (G1)
- Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva (corregedor-geral eleitoral): Determinou que Flávio Bolsonaro preste esclarecimentos em até 72 horas e que os citados apresentem defesa em até cinco dias. Delimitou a investigação às publicações e mensagens identificadas pela campanha de Flávio. (Valor Econômico)
Linha do tempo
- Quarta-feira (7): Ação é protocolada no TSE pela campanha de Flávio Bolsonaro.
- Sábado (10), segundo Janones, às 16h20: Flávio Bolsonaro entra com o pedido no TSE, conforme relato de Janones em vídeo.
- Após o fim do primeiro turno: Canal 'Exército do Lula' cresce de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias.
- Data não especificada: Nunes Marques determina a suspensão do canal, segundo reportagem do G1.
- Prazo de 72 horas: Flávio Bolsonaro deve prestar esclarecimentos ao corregedor-geral eleitoral.
- Prazo de cinco dias: Citados (Lula, Alckmin e Janones) devem apresentar defesa.
Próximos passos
- Flávio Bolsonaro deve prestar esclarecimentos ao corregedor-geral eleitoral no prazo de 72 horas.
- Os citados (Lula, Alckmin e Janones) têm cinco dias para apresentar defesa.
- A análise do mérito da ação ocorrerá após os esclarecimentos.
- Pedidos poderão não ser conhecidos nos pontos que permanecerem sem informação suficiente, segundo o TSE.
- Não há confirmação sobre eventuais recursos por parte de Janones ou da campanha de Lula.
O assunto em poucos toques
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que é o canal 'Exército do Lula' no WhatsApp?
Era um canal no WhatsApp coordenado pelo deputado André Janones (Rede-MG), com o objetivo de compartilhar áudios, vídeos e orientações para apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o G1, o canal passou de 50 mil para quase 2 milhões de seguidores em menos de dois dias após o fim do primeiro turno.
Por que o canal foi derrubado?
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a suspensão. Segundo o ministro, não está em discussão a mobilização de apoiadores ou críticas políticas, mas o uso de uma estrutura capaz de alcançar milhões de pessoas para divulgar, de forma coordenada, conteúdos que o STF já considerou falsos e orientar como driblar mecanismos de proteção da plataforma.
O canal 'Exército do Lula' já saiu do ar?
Não há informação confirmada sobre a data exata em que o canal foi efetivamente retirado do ar. Também não está claro se a suspensão já foi cumprida pelo WhatsApp ou pelos administradores. O G1 informou que a reportagem está em atualização.
Quais são as próximas etapas do processo no TSE?
Flávio Bolsonaro deve prestar esclarecimentos ao corregedor-geral eleitoral em até 72 horas. Os citados (Lula, Alckmin e Janones) têm cinco dias para apresentar defesa. A análise do mérito ocorrerá após os esclarecimentos, e os pedidos poderão não ser conhecidos nos pontos que permanecerem sem informação suficiente, de acordo com o TSE.
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Fontes consultadas
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