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Flávio Bolsonaro nega corte na aposentadoria e promete reajuste acima da inflação

Em desenvolvimento · atualizado às 15:21

Publicado em 3 min de leitura

Em poucas palavras

Em 8 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou que garantirá reajuste das aposentadorias acima da inflação e negou que vá cortar o benefício, segundo a CNN Brasil e a Folha de S.Paulo. A equipe econômica da campanha estuda um pacote fiscal de cerca de 2% do PIB, com desvinculação dos reajustes da Previdência e do BPC do salário mínimo.

O que você precisa saber

  • Flávio Bolsonaro disse em 8 de outubro de 2026 que garantirá reajuste das aposentadorias acima da inflação e negou corte no benefício.
  • A equipe econômica da campanha estuda pacote fiscal de cerca de 2% do PIB, com desvinculação dos reajustes da Previdência e do BPC do salário mínimo.
  • Integrantes da campanha defendem publicamente medidas que o candidato nega em público, segundo a Folha de S.Paulo.
  • Cerca de 70% dos beneficiários do INSS recebem o piso nacional, segundo a CUT.
  • O plano de governo oficial para a área fiscal é vago, segundo a Folha de S.Paulo.

Em 8 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou que garantirá reajuste das aposentadorias acima da inflação e negou que vá cortar o benefício, segundo a CNN Brasil e a Folha de S.Paulo. A equipe econômica da campanha estuda um pacote fiscal de cerca de 2% do PIB, com desvinculação dos reajustes da Previdência e do BPC do salário mínimo.

O que se sabe

  • Flávio Bolsonaro é candidato à Presidência pelo PL nas eleições de 2026.
  • Em 8 de outubro de 2026, Flávio afirmou que fará reajuste das aposentadorias do INSS acima da inflação, segundo a CNN Brasil.
  • Flávio negou que vá acabar com o reajuste da aposentadoria e chamou a informação de fake news do PT.
  • A declaração foi dada ao deixar o QG de campanha, em Brasília, após reunião com o Podemos, que anunciou apoio a ele no segundo turno.
  • A equipe econômica da campanha estuda um pacote fiscal focado na contenção das despesas obrigatórias da União, com ajuste inicial estimado em 2% do PIB, cerca de R$ 250 bilhões, segundo a Folha de S.Paulo.
  • O núcleo do plano mira a desvinculação dos reajustes da Previdência Social e do BPC em relação aos ganhos reais do salário mínimo.
  • O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha, defende que os reajustes das aposentadorias e do BPC deixem de acompanhar o aumento real do salário mínimo.
  • A coordenadora econômica da campanha, Daniella Marques, afirmou em eventos empresariais que o programa busca inspiração no modelo de austeridade fiscal do presidente argentino Javier Milei.
  • Cerca de 70% dos beneficiários do INSS recebem o piso nacional, segundo a CUT.

O que ainda não se sabe

  • Não há detalhamento de como o reajuste acima da inflação seria financiado sem cortar aposentadorias.
  • Não está claro se o reajuste acima da inflação valeria para todos os beneficiários ou apenas para parte deles.
  • Não há confirmação oficial sobre a desvinculação do salário mínimo no plano de governo.
  • Não há números oficiais do impacto fiscal do reajuste acima da inflação.
  • Não há posição oficial do candidato sobre a desvinculação do BPC.
  • Não há detalhamento do pacote fiscal de 2% do PIB.

O que cada lado diz

  • Flávio Bolsonaro (PL): Afirma que garantirá reajuste das aposentadorias acima da inflação e nega que vá cortar o benefício. (CNN Brasil)
  • Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha: Defende que os reajustes das aposentadorias e do BPC deixem de acompanhar o aumento real do salário mínimo.
  • Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha: Afirma que o programa busca inspiração no modelo de austeridade fiscal do presidente argentino Javier Milei.
  • CUT (Central Única dos Trabalhadores): Aponta que o plano repete o modelo do governo Jair Bolsonaro para os reajustes e cita 28 milhões de aposentados e beneficiários do BPC. (CUT)

Linha do tempo

  • 2019: Reforma da Previdência é aprovada no governo Jair Bolsonaro pela Emenda Constitucional nº 103, fixando idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens no Regime Geral.
  • 23 de setembro de 2026: CUT publica reportagem sobre o plano de Flávio para aposentadorias.
  • 8 de outubro de 2026: Flávio afirma que fará reajuste das aposentadorias acima da inflação e nega corte, ao deixar o QG de campanha em Brasília após reunião com o Podemos.
  • 2027: Split payment, criado com a reforma tributária, começa a valer no segundo semestre, de forma opcional, nas transações entre empresas.

Próximos passos

  • Não há detalhamento de como o reajuste acima da inflação seria financiado sem cortar aposentadorias.
  • Não há confirmação oficial sobre a desvinculação do salário mínimo no plano de governo.
  • Não há posição oficial do candidato sobre a desvinculação do BPC.
  • Não há detalhamento do pacote fiscal de 2% do PIB.
  • Não há confirmação de como o split payment afetaria pequenas empresas.

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Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Flávio Bolsonaro vai cortar a aposentadoria?

Flávio Bolsonaro negou que vá cortar a aposentadoria e chamou a informação de fake news do PT, segundo a CNN Brasil. A equipe econômica da campanha estuda um pacote fiscal que inclui a desvinculação dos reajustes da Previdência e do BPC do salário mínimo, conforme a Folha de S.Paulo.

Flávio Bolsonaro prometeu reajuste acima da inflação para aposentados?

Sim. Em 8 de outubro de 2026, Flávio afirmou que, se eleito, fará reajuste das aposentadorias do INSS acima da inflação, segundo a CNN Brasil.

O que é a desvinculação dos reajustes da Previdência do salário mínimo?

Hoje, quando o salário mínimo sobe acima da inflação, aposentadorias, pensões, auxílios-doença e BPC sobem junto, acompanhando o novo piso nacional. A desvinculação em estudo na campanha faria com que esses reajustes deixassem de acompanhar o ganho real do mínimo, podendo ficar limitados ao INPC.

O que é o split payment e quando começa a valer?

O split payment é um mecanismo criado com a reforma tributária que separa e recolhe automaticamente o tributo nas operações entre duas empresas. Está previsto para o segundo semestre de 2027, de forma opcional. Flávio afirmou ser contra o mecanismo, segundo a Folha de S.Paulo.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. CNN Brasil
  2. Folha de S.Paulo
  3. CUT - Central Única dos Trabalhadores
Flávio BolsonaroaposentadoriaPrevidência SocialBPCsalário mínimosplit paymentEleições 2026INSS

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