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Fim da escala 6x1: Senado discute PEC, mas votação segue incerta

Em desenvolvimento · atualizado às 14:12

Publicado em 4 min de leitura

Em poucas palavras

O Senado iniciou a discussão da PEC que acaba com a escala 6x1, com três sessões semipresenciais marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1. A PEC 221/2019 reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário. A votação é incerta: a oposição articula não comparecer para evitar quórum, e uma PEC exige 49 senadores, em duas votações.

Plenário do Senado vazio, com cadeiras e mesas escuras enfileiradas e a mesa diretora ao fundo
Plenário do Senado vazio, com cadeiras e mesas escuras enfileiradas e a mesa diretora ao fundo

O que você precisa saber

  • A PEC 221/2019 acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário.
  • A votação é incerta porque a oposição articula não comparecer para evitar quórum.
  • Uma PEC exige 49 senadores favoráveis, em duas votações, para ser aprovada.
  • O Senado tem 40 senadores de primeiro mandato e 19 do PL, partido contrário à proposta.
  • As sessões de discussão estão marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h.

O Senado iniciou a discussão da PEC que acaba com a escala 6x1, com três sessões semipresenciais marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1. A PEC 221/2019 reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário. A votação é incerta: a oposição articula não comparecer para evitar quórum, e uma PEC exige 49 senadores, em duas votações.

O que se sabe

  • O plenário do Senado iniciou a discussão da PEC do fim da escala 6x1, segundo o g1.
  • A PEC 221/2019 já passou pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio, segundo a Agência Senado.
  • A proposta reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, segundo a Agência Senado.
  • Foram marcadas três sessões semipresenciais de discussão, na terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1.
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve o calendário de discussão após o 1º turno das eleições, segundo a Agência Brasil.
  • Uma PEC precisa de ao menos três quintos dos votos favoráveis em duas votações, ou seja, 49 senadores, segundo o g1.
  • Líderes de oposição articulam não comparecer às sessões para, sem quórum, evitar a votação, segundo o g1.
  • Na avaliação de líderes do governo, o avanço de candidatos de direita no Senado nas eleições inviabiliza as chances de votação da PEC, segundo a Agência Brasil.
  • O Senado passou por renovação: dos 54 senadores, 40 são de primeiro mandato e 19 são do PL, partido que já declarou ser contra a proposta, segundo a Agência Brasil.

O que ainda não se sabe

  • Não há detalhamento de como ficaria a escala de trabalho na prática para setores específicos, como comércio, saúde e indústria.
  • Não está claro o efeito da PEC sobre o salário de quem hoje faz horas extras ou trabalha em escalas especiais.
  • Faltam dados sobre o impacto econômico da redução de jornada, tema citado como crítico por senadores, mas sem números no material consultado.
  • Não há explicação sobre o que acontece com a PEC caso não seja votada neste ano, incluindo prazos e arquivamento.
  • Não há lista de quais senadores ou partidos declararam voto a favor ou contra, além das posições de lideranças citadas.
  • Não está claro se a PEC vale para todos os trabalhadores, incluindo categorias com jornadas definidas por lei específica.

O que cada lado diz

  • Governo federal: O fim da escala 6x1 é prioridade absoluta, segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). (g1)
  • Oposição: O líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN), defendeu o amadurecimento do debate e a discussão do tema fora do período eleitoral. (g1)
  • Centrais sindicais: Defenderam o avanço na análise da proposta em reunião com Alcolumbre no início de julho, segundo a Agência Senado. (Agência Senado)
  • Empregadores: Em reunião com Alcolumbre em maio, defenderam que a votação ocorresse só após as eleições, segundo a Agência Senado. (Agência Senado)
  • Senador Jayme Campos (União-MT): Afirmou que votará a favor da PEC, mas defendeu serenidade e diálogo no debate. (g1)
  • Senador Jaime Bagattoli (PL-RO): Criticou a falta de estudos de impacto econômico e social da medida durante a análise na Câmara. (g1)

Linha do tempo

  • Fim de maio: O texto da PEC chega ao Senado após aprovação na Câmara dos Deputados, segundo a Agência Senado. No mesmo período, Alcolumbre recebe empregadores, que defendem votação só após as eleições, segundo a Agência Senado.
  • Início de julho: Alcolumbre recebe centrais sindicais, que defendem avanço na análise, segundo a Agência Senado.
  • Após o 1º turno das eleições: Alcolumbre mantém o calendário de discussão da PEC, segundo a Agência Brasil.
  • Terça, quarta e quinta, às 14h: Senado realiza três sessões semipresenciais de discussão da PEC, segundo o g1. A semana exata dessas sessões não foi confirmada no material consultado.
  • 10 a 14 de agosto: Primeira semana de esforço concentrado no Senado, segundo a Agência Senado.
  • 31 de agosto a 3 de setembro: Segunda semana de esforço concentrado no Senado, segundo a Agência Senado.

Próximos passos

  • Acompanhar as três sessões de discussão marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h.
  • Observar a presença dos senadores em plenário, já que a oposição articula não comparecer para evitar quórum.
  • Verificar se o governo consegue reunir os 49 votos necessários em duas votações.
  • Acompanhar as semanas de esforço concentrado entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro.
  • Aguardar definição sobre a tramitação da PEC nas comissões do Senado, determinada por Alcolumbre.

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Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

O que muda com o fim da escala 6x1?

A PEC 221/2019 acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, segundo a Agência Senado. O texto já passou pela Câmara e está em discussão no Senado.

A PEC da escala 6x1 já foi aprovada?

Não. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio, segundo a Agência Senado. No Senado, ela está em fase de discussão, e a votação é incerta, segundo o g1.

Quantos votos são necessários para aprovar uma PEC no Senado?

Uma PEC precisa de ao menos três quintos dos votos favoráveis em duas votações, ou seja, 49 senadores, segundo o g1.

Por que a votação da PEC é incerta?

Líderes de oposição articulam não comparecer às sessões para, sem quórum, evitar a votação, segundo o g1. Na avaliação de líderes do governo, o avanço de candidatos de direita no Senado nas eleições inviabiliza as chances de votação da PEC na Casa, segundo a Agência Brasil.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. g1: AO VIVO: Senado começa a discutir PEC do fim da escala 6x1
  2. Agência Senado: Discussão sobre fim da escala de trabalho 6x1 continua em agosto
  3. Agência Brasil: Fim da escala 6x1: Alcolumbre mantém calendário, mas votação é incerta
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