Eduardo Bolsonaro no banco de mandados de prisão: entenda a condenação
Em desenvolvimento · atualizado às 08:26
Em poucas palavras
O nome de Eduardo Bolsonaro foi incluído no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) com mandado pendente de cumprimento, segundo o g1. A inclusão ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, declarar o trânsito em julgado da Ação Penal nº 2.782 e determinar a execução da pena de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto.

O que você precisa saber
- O nome de Eduardo Bolsonaro está no BNMP com mandado pendente de cumprimento, segundo o g1.
- A condenação é de 4 anos e 2 meses em regime inicial semiaberto por coação no curso do processo.
- Moraes determinou cancelamento de passaportes, suspensão de direitos políticos e perda do cargo de escrivão da PF.
- Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025 e uma prisão depende de entrega voluntária ou extradição.
Em menos de 1 minuto
Eduardo Bolsonaro entra no banco de mandados de prisão do STF
O nome de Eduardo Bolsonaro foi incluído no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) com mandado pendente de cumprimento, segundo o g1. A inclusão ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, declarar o trânsito em julgado da Ação Penal nº 2.782 e determinar a execução da pena de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto.
O que se sabe
- O nome de Eduardo Bolsonaro consta no BNMP com status de mandado pendente de cumprimento, segundo o g1.
- Moraes declarou o trânsito em julgado da Ação Penal nº 2.782 em 3 de outubro de 2026, segundo o Metrópoles.
- A condenação é de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime inicial semiaberto por coação no curso do processo, segundo o g1.
- A Primeira Turma do STF condenou Eduardo por unanimidade em junho de 2026, segundo o g1.
- A pena inclui 50 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos, segundo o g1.
- Moraes determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo, segundo a CartaCapital.
- A decisão determina a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal, segundo a CartaCapital.
- Os direitos políticos de Eduardo estão suspensos durante os efeitos da condenação, segundo o g1.
- Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025, segundo o InfoMoney.
- A Secretaria Judiciária do STF certificou o trânsito em julgado em 5 de outubro de 2026, segundo o g1.
O que ainda não se sabe
- Não há confirmação sobre prazo para a Polícia Federal cumprir o mandado.
- Não está confirmado como o processo de extradição entre Brasil e Estados Unidos avançaria.
- Não há informação confirmada sobre manifestação da defesa após a decisão de Moraes.
- Não está confirmado o impacto da condenação na campanha de Flávio Bolsonaro.
- Não há confirmação sobre validade internacional do mandado de prisão.
O que cada lado diz
- Alexandre de Moraes, do STF: Determinou a execução da pena, o cancelamento dos passaportes, a suspensão dos direitos políticos e a perda do cargo de escrivão da PF. (g1)
- Defensoria Pública da União (DPU): Pediu absolvição alegando liberdade de expressão; os embargos de declaração foram rejeitados por unanimidade em setembro de 2026. (g1)
- Primeira Turma do STF: Condenou Eduardo por unanimidade em junho de 2026 pelo crime de coação no curso do processo. (g1)
- Ministério da Justiça: Oficializou em setembro de 2026 a demissão de Eduardo do cargo de escrivão da PF por abandono de cargo.
Linha do tempo
- Junho de 2026: Primeira Turma do STF condena Eduardo Bolsonaro por unanimidade.
- 22 de setembro de 2026: Publicação do acórdão que rejeitou os embargos de declaração da defesa.
- 3 de outubro de 2026: Moraes declara o trânsito em julgado da Ação Penal nº 2.782.
- 5 de outubro de 2026: Secretaria Judiciária do STF certifica o trânsito em julgado.
- 8 de outubro de 2026: Moraes determina a execução da pena e o cancelamento dos passaportes.
- Outubro de 2026: Nome de Eduardo aparece no BNMP com mandado pendente, segundo o g1.
Próximos passos
- A eventual prisão depende de entrega voluntária de Eduardo às autoridades brasileiras ou de extradição, segundo o dossiê.
- A decisão de Moraes determina que o TSE seja comunicado sobre a suspensão dos direitos políticos.
- A decisão também determina o envio à PGR da documentação para cobrança da multa.
- O mandado de prisão foi destinado à Polícia Federal.
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Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que significa o nome de Eduardo Bolsonaro aparecer no BNMP?
Significa que há um mandado de prisão registrado no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões com status pendente de cumprimento, segundo o g1. A inclusão ocorreu após Moraes determinar a execução da pena.
Eduardo Bolsonaro está preso?
Não há informação confirmada de prisão. Segundo o g1, o mandado está pendente de cumprimento e Eduardo vive nos Estados Unidos desde 2025, o que faz uma eventual prisão depender de entrega voluntária ou extradição.
Por que Eduardo Bolsonaro foi condenado?
Ele foi condenado pelo crime de coação no curso do processo por usar o cargo de deputado federal para buscar sanções internacionais contra autoridades brasileiras, segundo o g1.
Qual o valor da multa imposta a Eduardo Bolsonaro?
A pena inclui 50 dias-multa, cada um equivalente a dois salários mínimos, segundo o g1. A CartaCapital informa que o valor total da multa é de 151 mil reais.
Para ir à origem
Fontes consultadas
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- Metrópoles: Nome de Eduardo Bolsonaro já aparece em banco de mandados de prisão
- G1: Eduardo Bolsonaro tem nome incluído no banco de mandados de prisão após determinação de Moraes
- CartaCapital: Moraes determina início da pena de Eduardo Bolsonaro por coação e manda cancelar passaportes
- InfoMoney: Moraes manda executar pena de Eduardo Bolsonaro e cancelar passaportes
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