Dino manda PF investigar ataques a imagens religiosas no Brasil
Em desenvolvimento · atualizado às 12:31
Em poucas palavras
Flávio Dino, do STF, determinou na quarta-feira (30) que a Polícia Federal abra inquérito para investigar ataques a imagens religiosas no Brasil. A decisão cita notícias de vandalismo, incêndio, furto e destruição de estátuas católicas e de orixás entre março e setembro. O caso também foi encaminhado à PGR.

O que você precisa saber
- Dino determinou que a PF investigue ataques a imagens religiosas no Brasil.
- A decisão cita episódios entre março e setembro em vários estados.
- O caso também foi enviado à PGR.
- A fundamentação usa o artigo 144 da Constituição, por repercussão interestadual.
- Ainda não há resposta oficial da PF ou da PGR sobre o inquérito.
Flávio Dino, do STF, determinou na quarta-feira (30) que a Polícia Federal abra inquérito para investigar ataques a imagens religiosas no Brasil. A decisão cita notícias de vandalismo, incêndio, furto e destruição de estátuas de santos católicos e de orixás de Umbanda entre março e setembro. O caso também foi encaminhado à PGR.
Atualização às 12:31
O dossiê novo confirma a determinação de Flávio Dino, do STF, em 30 de setembro de 2026, para que a Polícia Federal investigue uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas no Brasil, com atuação também da PGR. A Agência Brasil informa que o despacho cita 11 casos noticiados nos últimos meses, em cidades como Cuiabá, Salvador, Maceió, Londrina (PR), Rio Grande (RS), Esmeraldas (MG), Jauru (MT), Santo Amaro (BA) e Novo Progresso (PA).
O novo material acrescenta o contexto político: Dino disse ter recebido as denúncias desde que restabeleceu, no domingo (27), a publicação de posts com críticas a um projeto de destituição de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil. O tema envolveu o presidenciável Flávio Bolsonaro, que nega intenção de destituir a santa e pediu ao TSE para derrubar publicações; o ministro André Mendonça concedeu liminar, Dino derrubou a decisão após pedido do humorista Antonio Tabet, e Luiz Fux suspendeu os efeitos da decisão de Dino, restabelecendo a ordem de Mendonça.
A reportagem é da Agência Brasil, assinada por Felipe Pontes com edição de Denise Griesinger, publicada em 30/09/2026 às 11:48.
Correção: A nota atual dizia que a decisão citava ataques a imagens de santos católicos e de orixás de Umbanda. O dossiê novo trata especificamente de ataques a imagens religiosas católicas, sem menção a orixás de Umbanda. A nota também não mencionava o contexto da polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, as decisões de Mendonça, Tabet e Fux, nem o número de 11 casos citados.
O que se sabe
- Flávio Dino, ministro do STF, determinou em 30 de setembro de 2026 que a Polícia Federal investigue uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas no Brasil.
- O despacho cita 11 casos noticiados nos últimos meses, com ataques a imagens católicas em Cuiabá, Salvador, Maceió, Londrina (PR), Rio Grande (RS), Esmeraldas (MG), Jauru (MT), Santo Amaro (BA) e Novo Progresso (PA).
- Dino também determinou que a Procuradoria-Geral da República atue no caso.
- Segundo o ministro, a atuação da PF se justifica pela repercussão interestadual, pela necessidade de repressão uniforme e pela natureza aparente de crimes contra os direitos humanos.
- Dino elencou indícios de ultraje a culto na modalidade vilipêndio, preconceito religioso, violência contra práticas religiosas, injúria qualificada por elemento religioso, ameaça, furto, dano, incêndio e violação de domicílio.
- Dino disse ter recebido as denúncias desde que restabeleceu, no domingo (27), a publicação de posts com críticas a um projeto de destituição de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil.
- O tema emergiu no debate público a partir de análises segundo as quais grupos ligados ao presidenciável Flávio Bolsonaro pretendiam levar adiante esse projeto caso ele vencesse a eleição; ele nega qualquer intenção nesse sentido.
- Flávio Bolsonaro pediu ao TSE para derrubar publicações que o associassem a ataques a Nossa Senhora Aparecida; o ministro André Mendonça concedeu liminar para retirar as postagens do ar.
- Dino acolheu pedido do humorista Antonio Tabet, que alegou cerceamento da liberdade de expressão, e derrubou a decisão de Mendonça; Flávio Bolsonaro recorreu a Luiz Fux, que suspendeu os efeitos da decisão de Dino e restabeleceu a ordem de Mendonça.
- A reportagem foi publicada pela Agência Brasil em 30/09/2026, às 11:48, com assinatura do repórter Felipe Pontes e edição de Denise Griesinger.
O que ainda não se sabe
- Número total de ataques investigados ou contabilizados até o momento.
- Detalhes sobre como as investigações serão conduzidas na prática, como prazos e delegacias envolvidas.
- Resposta oficial da PF ou da PGR sobre a abertura do inquérito.
- Reação de entidades religiosas ou da sociedade civil à decisão.
- Se há suspeitos identificados ou grupos organizados por trás dos ataques.
O que cada lado diz
- Flávio Dino, ministro do STF: Determinou abertura de inquérito pela PF e encaminhou o caso à PGR, citando repercussão interestadual e violação a direitos humanos. (Metrópoles e CNN Brasil)
- Polícia Federal: Não há, nas fontes consultadas, manifestação oficial sobre a abertura do inquérito. (Metrópoles e CNN Brasil)
- Procuradoria-Geral da República: Recebeu o encaminhamento do caso. Não há, nas fontes consultadas, resposta oficial divulgada. (Metrópoles e CNN Brasil)
Linha do tempo
- Março a setembro deste ano: Período das notícias citadas por Dino sobre ataques a imagens religiosas em várias partes do Brasil.
- Quarta-feira (30/9): Flávio Dino determina que a PF abra inquérito para investigar os ataques e encaminha o caso à PGR.
Próximos passos
- Aguardar manifestação oficial da Polícia Federal sobre a abertura do inquérito.
- Acompanhar resposta da Procuradoria-Geral da República sobre o encaminhamento.
- Verificar se as investigações serão centralizadas ou desmembradas por estado.
- Observar possíveis desdobramentos jurídicos e políticos da decisão.
- Acompanhar reações de entidades religiosas e da sociedade civil.
O assunto em poucos toques
Explore o resumo em formato visual.
Tire suas dúvidas
Perguntas frequentes
O que Flávio Dino determinou sobre os ataques a imagens religiosas?
Dino determinou que a Polícia Federal abra inquérito para investigar uma série de ataques a imagens religiosas no Brasil. A decisão também encaminha o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR).
Quais estados tiveram ataques citados na decisão?
A decisão cita episódios na Bahia, no Paraná, em Mato Grosso, no Pará, no Rio Grande do Sul, em Alagoas e em Minas Gerais, segundo as notícias reunidas por Dino.
Quais crimes estão sendo investigados?
A decisão aponta indícios de ultraje a culto na modalidade vilipêndio, incêndio, injúria qualificada por elemento religioso, ameaça, furto qualificado, dano e violação de domicílio.
Por que a Polícia Federal vai investigar os ataques?
A fundamentação cita o artigo 144, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, devido à repercussão interestadual dos ilícitos, à necessidade de repressão uniforme e ao caráter ostensivo de violação aos direitos humanos.
Para ir à origem
Fontes consultadas
Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.
Continue explorando
Outras boas leituras
Concurso Penal PE: Cebraspe é contratado e edital fica iminente
O Cebraspe foi contratado como banca do concurso da Polícia Penal de Pernambuco (Penal PE), com 700 vagas de policial penal. O contrato foi assinado em 24 de se
Carro de Ayrton Senna: leilão do Honda NSX em Londres
O Honda NSX 1991 de Ayrton Senna vai a leilão pela RM Sotheby's em 31 de outubro de 2026, em Londres. A estimativa é de £500 mil a £800 mil, faixa que pode passar de R$ 5 milhões.
Garotinho candidatura: TRE-RJ mantém indeferimento e votos ficam sub judice
O TRE-RJ manteve, por unanimidade, o indeferimento do registro da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do Rio de Janeiro. A decisão desta
Greve da Caixa acaba: TST manda voltar ao trabalho e define reajuste
O TST decidiu em 29 de setembro de 2026 encerrar a greve dos empregados da Caixa, iniciada em 10 de setembro. O relator Maurício Godinho Delgado rejeitou o pedi



