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Bolsonaro desiste de pedido para suspender execução da pena: o que muda agora

Em desenvolvimento · atualizado às 13:51

Publicado em Atualizado em 5 min de leitura

Em poucas palavras

A defesa de Jair Bolsonaro desistiu do pedido de suspensão imediata da execução da pena de 27 anos e 3 meses, segundo o g1 e a CNN Brasil. A retirada ocorreu duas horas após o protocolo. A revisão criminal segue no STF, sob relatoria de Kassio Nunes Marques, e a desistência ainda não foi analisada.

Jair Bolsonaro e o ministro Kassio Nunes Marques, relator da revisão criminal no STF
Jair Bolsonaro e o ministro Kassio Nunes Marques, relator da revisão criminal no STF

O que você precisa saber

  • A defesa de Bolsonaro desistiu do pedido de suspensão da execução da pena duas horas após protocolá-lo.
  • A desistência se restringe ao pedido de suspensão; a revisão criminal continua no STF.
  • O relator da revisão criminal é o ministro Kassio Nunes Marques.
  • A PGR pediu a rejeição da revisão criminal, alegando repetição de teses já analisadas.
  • Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses e está em prisão domiciliar desde março deste ano.

A defesa de Jair Bolsonaro desistiu do pedido de suspensão imediata da execução da pena de 27 anos e 3 meses, segundo a CNN Brasil. A desistência foi informada ao STF duas horas após o protocolo do pedido, segundo a CNN Brasil. A revisão criminal segue no STF, sob relatoria de Kassio Nunes Marques, e a desistência ainda não foi analisada.

Atualização às 13:51

A desistência do pedido de suspensão da pena de Jair Bolsonaro foi motivada por divergências internas na equipe de advogados, segundo a Folha de S.Paulo. O pedido havia sido protocolado em 24 de setembro de 2026 e foi retirado menos de três horas depois. A nota atual dizia apenas que a nova petição não informava o motivo da desistência.

Logo após o recuo, o advogado Marcelo Bessa, do escritório Ávila de Bessa, deixou a defesa de Bolsonaro no caso da trama golpista, conforme a Folha de S.Paulo. Uma nota da equipe informou que o caso ficará integralmente a cargo dos advogados que atuaram na ação penal e que o escritório Ávila de Bessa não atuará mais no caso. A nota também afirma que houve reavaliação da estratégia da defesa e que se entendeu mais adequado desistir do pedido de liminar.

Bessa é advogado do PL e já atuou nas defesas de Bolsonaro e do presidente do partido, Valdemar Costa Neto, além do jurídico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, segundo a Folha de S.Paulo. O caso da trama golpista tramita no Supremo Tribunal Federal, onde Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Correção: A nota atual afirma que a nova petição não informava o motivo da desistência. O dossiê novo, com base na Folha de S.Paulo, informa que a desistência foi motivada por divergências internas na equipe de advogados. A nota também não mencionava a saída de Marcelo Bessa da defesa, ocorrida logo após o recuo.

O que se sabe

  • A defesa de Bolsonaro desistiu do pedido de suspensão imediata da execução da pena de 27 anos e 3 meses de prisão.
  • O pedido foi protocolado em 24 de setembro de 2026 e retirado menos de três horas depois, segundo a Folha de S.Paulo.
  • A desistência foi motivada por divergências internas na equipe de advogados que representa Bolsonaro em processos no STF, conforme a Folha de S.Paulo.
  • O advogado Marcelo Bessa, do escritório Ávila de Bessa, deixou a defesa de Bolsonaro no caso da trama golpista em 24 de setembro de 2026.
  • Nota da equipe afirma que o caso da trama golpista ficará a cargo apenas dos advogados que atuaram na defesa durante a ação penal.
  • A nota diz que houve reavaliação da estratégia da defesa e que se entendeu mais adequado desistir do pedido de liminar.
  • A nota informa que o escritório Ávila de Bessa não atuará mais no caso.
  • Marcelo Bessa é advogado do PL e já atuou nas defesas de Bolsonaro e do presidente do partido, Valdemar Costa Neto.
  • Bessa também atuou no jurídico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência.
  • O caso da trama golpista tramita no Supremo Tribunal Federal, onde Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

O que ainda não se sabe

  • O que motivou a desistência poucas horas após o protocolo.
  • Quais serão os próximos passos processuais da revisão criminal após a retirada do pedido.
  • Qual o impacto prático da desistência sobre o cumprimento da pena.
  • Se a defesa pode reapresentar o pedido de suspensão da pena posteriormente.
  • Quais os prazos e o cronograma esperado para o julgamento da revisão criminal.
  • Se a desistência afeta outros recursos ou ações relacionadas.

O que cada lado diz

  • Defesa de Jair Bolsonaro: Desistiu do pedido de suspensão da execução da pena e pede que a revisão criminal continue normalmente, reiterando os argumentos iniciais. (Metrópoles e CNN Brasil)
  • Procuradoria-Geral da República (PGR): O procurador-geral Paulo Gonet pediu, em parecer de 16 de junho, que Kassio Nunes Marques rejeite a revisão criminal, alegando que a defesa repete teses já analisadas e rejeitadas pela Primeira Turma. (Metrópoles)
  • Primeira Turma do STF: Condenou Bolsonaro em setembro de 2025 por crimes relacionados à tentativa de golpe, em placar de 4 votos a 1. (Agência Brasil)
  • Ministro Alexandre de Moraes: Negou pedido para que Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar. (Notícias STF)

Linha do tempo

  • 11 de setembro: Primeira Turma do STF condena Bolsonaro por crimes relacionados à tentativa de golpe, em placar de 4 votos a 1.
  • 24 de novembro de 2025: Termina o prazo para protocolar os segundos embargos de declaração sem manifestação da defesa.
  • 19 de dezembro de 2025: Moraes nega recurso de Bolsonaro contra a condenação.
  • 15 de janeiro de 2026: STF determina a transferência de Bolsonaro para unidade da PM-DF no Complexo Penitenciário da Papuda.
  • 2 de março de 2026: Moraes nega novo pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro.
  • Maio deste ano: Defesa protocola revisão criminal no STF.
  • 16 de junho: PGR apresenta parecer contra a revisão criminal.
  • 24 de setembro de 2026: Defesa pede suspensão do cumprimento da pena.
  • Poucas horas depois: Defesa desiste do pedido de suspensão da execução da pena.

Próximos passos

  • A desistência ainda não foi analisada.
  • A defesa pede que a revisão criminal continue normalmente, sob relatoria de Kassio Nunes Marques.
  • A revisão criminal, que tenta anular a condenação, segue sem data de julgamento informada.
  • A defesa não informou se pode reapresentar pedido de suspensão da pena.
  • A situação prisional atual de Bolsonaro segue sem alteração informada.

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Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

Bolsonaro desistiu do pedido para suspender a execução da pena?

Sim. A defesa de Jair Bolsonaro desistiu do pedido de suspensão imediata da execução da pena de 27 anos e 3 meses, segundo o Metrópoles e a CNN Brasil. A desistência foi protocolada duas horas após a apresentação do pedido.

O que acontece agora com a revisão criminal de Bolsonaro no STF?

A revisão criminal continua normalmente sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques. A defesa reiterou os argumentos da petição inicial, que tenta anular a condenação sob o argumento de que Bolsonaro deveria ter sido julgado pelo Plenário do STF, e não pela Primeira Turma.

Qual é a pena de Bolsonaro na ação penal da tentativa de golpe?

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF, em setembro de 2025, por crimes relacionados à tentativa de golpe após as eleições de 2022.

Bolsonaro está preso ou em prisão domiciliar?

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde março deste ano, após apresentar problemas de saúde durante o período em que esteve na Papuda. O ministro Alexandre de Moraes negou pedido para que ele cumpra pena em prisão domiciliar.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. Supremo nega novo pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro
  2. Moraes nega recurso de Bolsonaro contra condenação por trama golpista
  3. Bolsonaro desiste de pedido para suspender execução da pena
  4. Defesa de Bolsonaro desiste de pedido para suspensão da pena
  5. Trama golpista: Bolsonaro desiste de segundo recurso contra condenação
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