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Esporte

Justiça nega pedido do Vasco para jogar contra Boca no Maracanã

Em desenvolvimento · atualizado às 15:47

Publicado em 4 min de leitura

Em poucas palavras

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de tutela de urgência do Vasco para mandar a semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no Maracanã. A juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco apontou divergência técnica entre os laudos do clube e da concessionária Fla-Flu Serviços sobre as condições do gramado e o intervalo entre jogos. O clube pode recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Vista aérea do estádio do Maracanã ao anoitecer, com o gramado e a arquitetura iluminados no Rio de Janeiro
Vista aérea do estádio do Maracanã ao anoitecer, com o gramado e a arquitetura iluminados no Rio de Janeiro

O que você precisa saber

  • A Justiça negou o pedido do Vasco para usar o Maracanã na semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors.
  • A juíza apontou divergência entre laudos do clube e da concessionária sobre as condições do gramado e o intervalo entre jogos.
  • O Vasco pode recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
  • A Conmebol cobrava definição do estádio até segunda-feira (5).
  • O primeiro jogo da semifinal será em 13 de outubro, na Bombonera.

A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de tutela de urgência do Vasco para mandar a semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors no Maracanã. A juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco apontou divergência técnica entre os laudos do clube e da concessionária Fla-Flu Serviços sobre as condições do gramado e o intervalo entre jogos. O clube pode recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

O que se sabe

  • A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de tutela de urgência do Vasco para usar o Maracanã na semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors.
  • A decisão foi proferida pela juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco.
  • A partida de volta está marcada para 20 de outubro.
  • A juíza apontou divergência técnica entre os laudos do Vasco e da concessionária Fla-Flu Serviços quanto à preservação do gramado.
  • A administração do estádio alegou que a partida resultaria em intervalo inferior ao recomendado de 72 horas entre jogos.
  • Para a juíza, o impasse técnico impede resolução liminar imediata e exige avaliação especializada ou prova pericial.
  • O Vasco pode interpor recurso junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
  • A Polícia Militar havia recomendado o Maracanã em comparação a São Januário, mas a juíza citou outro registro da corporação que apontava a viabilidade do Estádio Nilton Santos.
  • A Conmebol estabeleceu segunda-feira (5) como prazo limite para o Vasco indicar o estádio da partida.
  • O primeiro confronto da semifinal está agendado para 13 de outubro, às 21h30 de Brasília, na Bombonera, em Buenos Aires.

O que ainda não se sabe

  • Não há confirmação sobre qual estádio receberá a partida de volta após a negativa judicial.
  • Não está confirmado se o Vasco já protocolou recurso no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
  • Não há detalhamento dos laudos técnicos citados pela juíza, apenas a menção à divergência entre eles.
  • Não está claro o teor exato do segundo registro da Polícia Militar que apontava viabilidade do Estádio Nilton Santos.
  • Não há informação sobre valores de ingressos ou logística de venda para os torcedores do Boca Juniors.
  • Não está confirmado se São Januário pode receber a partida por exceção regulamentar ou se a Conmebol aceitaria capacidade inferior a 30 mil.

O que cada lado diz

  • Vasco da Gama: Alega que o Manual de Clubes da Copa Sul-Americana exige capacidade mínima de 30 mil espectadores a partir das semifinais, o que inviabiliza São Januário, e que jogar no Estádio Nilton Santos, de gramado sintético, imporia desvantagem esportiva. (ge.globo.com)
  • Fla-Flu Serviços S.A. (administração do Maracanã): Negou o pedido do Vasco pela terceira vez no ano, alegando que a partida resultaria em intervalo inferior ao recomendado de 72 horas entre jogos. (ge.globo.com)
  • Juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco: Apontou divergência técnica entre os laudos do Vasco e da concessionária quanto à preservação do gramado e considerou que o impasse exige avaliação especializada ou prova pericial. (CNN Brasil)
  • Polícia Militar: Havia recomendado o Maracanã em comparação a São Januário, mas a juíza citou outro registro da corporação que apontava a viabilidade do Estádio Nilton Santos. (CNN Brasil)
  • Conmebol: Estabeleceu segunda-feira (5) como prazo limite para o Vasco indicar o estádio da partida. (CNN Brasil)

Linha do tempo

  • Segunda-feira anterior: Consórcio do Maracanã nega pedido formal do Vasco para usar o estádio.
  • Quinta-feira: Vasco entra com ação na Justiça, no juízo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital, contra a Fla-Flu Serviços S.A.
  • Data não especificada: Justiça do Rio de Janeiro nega pedido de tutela de urgência do Vasco.
  • Segunda-feira (5): Prazo limite estabelecido pela Conmebol para o Vasco indicar o estádio da partida.
  • 13 de outubro, às 21h30 de Brasília: Primeiro confronto da semifinal, na Bombonera, em Buenos Aires.
  • 20 de outubro: Data marcada para a partida de volta da semifinal entre Vasco e Boca Juniors.
  • 22 de outubro, às 21h30: Flamengo x Estudiantes no Maracanã, pela Libertadores.

Próximos passos

  • O Vasco pode recorrer ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
  • A Conmebol aguarda definição do estádio para organizar a venda de ingressos aos visitantes.
  • O clube precisa indicar o estádio da partida até segunda-feira (5).
  • A Justiça pode exigir avaliação especializada ou prova pericial para resolver o impasse técnico.

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Perguntas frequentes

Por que a Justiça negou o pedido do Vasco para jogar no Maracanã contra o Boca Juniors?

A juíza Adriana Marques dos Santos Laia Franco apontou divergência técnica entre os laudos do Vasco e da concessionária Fla-Flu Serviços sobre as condições do gramado e o intervalo entre jogos. Para ela, o impasse exige avaliação especializada ou prova pericial.

O Vasco pode recorrer da decisão judicial?

Sim, o Vasco pode interpor recurso junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Qual estádio vai receber o jogo de volta entre Vasco e Boca Juniors?

Não há confirmação sobre qual estádio receberá a partida após a negativa judicial. A Conmebol estabeleceu segunda-feira (5) como prazo limite para o Vasco indicar o local.

Por que a gestão do Maracanã negou o pedido do Vasco?

A administração do estádio alegou que a partida resultaria em intervalo inferior ao recomendado de 72 horas entre jogos. Esta foi a terceira negativa ao Vasco no ano.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. Vasco tem pedido para jogar contra Boca no Maracanã negado pela Justiça | CNN Brasil
  2. Vasco entra na Justiça para levar jogo contra o Boca Juniors para o Maracanã | Ge
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