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Tecnologia

Tempestade solar G1: o que a erupção de filamento solar muda na Terra

Em alta · atualizado às 01:01

Publicado em 3 min de leitura

Em poucas palavras

A NOAA emitiu alerta de tempestade geomagnética de nível G1, o menor da escala que vai até G5, após uma erupção de filamento solar registrada em 28 de setembro. Segundo a NOAA, os efeitos chegam ao campo magnético da Terra na sexta-feira (2) e no domingo (4), com calmaria prevista para o sábado (3). Eventos G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina.

O que você precisa saber

  • A tempestade geomagnética em alerta é de nível G1, o menor da escala da NOAA.
  • Celulares, internet banda larga e TV no solo não sofrem interferência em eventos G1, segundo a NOAA.
  • GPS pode ter pequenas variações e o rádio HF pode oscilar no extremo norte e sul do planeta.
  • O Brasil, por estar em latitude baixa, não registra impactos cotidianos mesmo com alerta global.
  • A segunda ejeção de massa coronal deve atingir a Terra de raspão em 4 de outubro.

Em menos de 1 minuto

Tempestade solar G1 chega à Terra: celular e internet são afetados?

A NOAA emitiu alerta de tempestade geomagnética de nível G1, o menor da escala que vai até G5, após uma erupção de filamento solar registrada em 28 de setembro. Segundo a NOAA, os efeitos chegam ao campo magnético da Terra na sexta-feira (2) e no domingo (4), com calmaria prevista para o sábado (3). Eventos G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina.

O que se sabe

  • A NOAA classificou o evento como G1, o menor nível da escala que chega ao G5.
  • A erupção de filamento solar que originou a ejeção de massa coronal foi registrada em 28 de setembro.
  • Os efeitos chegam ao campo magnético da Terra na sexta-feira (2) e novamente no domingo (4).
  • Para o sábado (3), a expectativa é de calmaria, com índices abaixo do nível de tempestade.
  • Segundo a NOAA, tempestades G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina diária.
  • Redes de telefonia móvel, internet banda larga e transmissões de TV no solo não sofrem interferência em eventos G1.
  • Podem ocorrer pequenas variações no sinal de GPS e oscilações pontuais em rádio de alta frequência no extremo norte e sul.
  • O segundo pulso está ligado a uma nova ejeção de massa coronal, resultado do flare de classe C8.6 da região AR4535.

O que ainda não se sabe

  • O horário em que a ejeção de massa coronal vai atingir o campo magnético da Terra.
  • A duração de cada pulso da tempestade geomagnética G1.
  • Como o buraco coronal em forma de coração, que começará a enviar ventos rápidos em poucos dias, pode afetar a atividade geomagnética.
  • O impacto do evento em serviços que dependem de satélites.

O que cada lado diz

  • NOAA: Tempestades de classe G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina diária. (CNN Brasil)
  • Meteorologista espacial da NOAA: A massa coronal está se movendo pelo espaço e atingirá a Terra pela borda lateral, gerando um impacto de raspão. (CNN Brasil)
  • Diário do Comércio: Uma segunda ejeção de massa coronal, resultado do flare de classe C8.6 da AR4535, pode atingir o planeta de raspão em 4 de outubro. (Diário do Comércio)

Linha do tempo

  • 28 de setembro: Erupção de filamento solar perde estabilidade e lança material ao espaço, originando a ejeção de massa coronal.
  • 30 de setembro a 1º de outubro: Atividade solar permanece em níveis muito baixos, com apenas um flare de classe B5.0 registrado.
  • Sexta-feira (2): Efeitos da atividade solar chegam ao campo magnético da Terra.
  • Sábado (3): Expectativa de calmaria, com índices abaixo do nível de tempestade.
  • Domingo (4): Segundo pulso de atividade, ligado a nova ejeção de massa coronal, atinge a Terra de raspão.

Próximos passos

  • Acompanhar os boletins da NOAA sobre a chegada da ejeção de massa coronal, conforme indicado pela própria agência.
  • Observar os índices Kp, que variaram de 0 a 1 durante o período estudado.
  • Acompanhar a possibilidade de auroras em latitudes elevadas nas próximas noites.
  • A região AR4535, que produziu flare quase de classe M e segue classificada como beta-gamma, permaneceu inativa durante o período estudado.
  • O buraco coronal em forma de coração, agora no centro do disco voltado para a Terra, começará a enviar ventos rápidos em poucos dias.

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Perguntas frequentes

O que é uma tempestade geomagnética G1?

É o menor nível da escala da NOAA, que vai até G5. Segundo a NOAA, eventos G1 não causam danos à população nem interrupções significativas na rotina diária.

A tempestade solar vai afetar celulares e internet no Brasil?

Não. Redes de telefonia móvel, internet banda larga e transmissões de TV no solo não sofrem interferência ou quedas de sinal em eventos G1, segundo a NOAA.

Quando a tempestade solar deve atingir a Terra?

Os efeitos chegam ao campo magnético da Terra na sexta-feira (2) e novamente no domingo (4). Para o sábado (3), a expectativa é de calmaria.

O que é uma ejeção de massa coronal?

É o material lançado ao espaço após a perda de estabilidade de um filamento solar, uma densa fita de plasma mantida suspensa acima da superfície da estrela por forças magnéticas.

Para ir à origem

Fontes consultadas

Consulte os materiais usados neste artigo. Os links abrem em uma nova aba.

  1. CNN Brasil: Terra entra em alerta após erupção em filamento do Sol gerar tempestade solar em direção ao planeta
  2. Exame: Após explosão do Sol, tempestade solar pode atingir a Terra em 2 de outubro; veja os efeitos
  3. O Globo: Terra entra em alerta para tempestade solar moderada nos próximos dias; entenda os possíveis efeitos
  4. Diário do Comércio: Sol lança grande quantidade de plasma ao espaço e Terra deve sentir os efeitos nesta sexta-feira (02/10)
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