# Flaviômetro: Nunes Marques nega pedido de Lula e mantém site no ar

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Publicado: 2026-10-25T03:16:54.481Z
Atualizado: 2026-10-25T03:16:54.481Z
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> O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, negou o pedido da campanha de Lula para retirar do ar o site Flaviômetro, operado pela campanha de Flávio Bolsonaro. A decisão foi tomada em 23 de outubro de 2026, segundo a CNN Brasil, e divulgada pela CartaCapital no dia seguinte. O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site e enviou o caso ao plenário do TSE.

## Pontos-chave

- Nunes Marques negou o pedido da campanha de Lula para retirar o Flaviômetro do ar.
- O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site.
- A decisão será analisada pelo plenário do TSE.
- Flávio Bolsonaro e o PL serão citados para se defender.
- A PGE deverá se manifestar sobre o caso.

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, negou o pedido da campanha de Lula para retirar do ar o site Flaviômetro, operado pela campanha de Flávio Bolsonaro. A decisão foi tomada em 23 de outubro de 2026, segundo a CNN Brasil, e divulgada pela CartaCapital no dia seguinte. O ministro determinou diligências para identificar o titular e o financiador do site e enviou o caso ao plenário do TSE.

## O que se sabe

- Nunes Marques, presidente do TSE, rejeitou pedido da campanha de Lula para tirar o Flaviômetro do ar.
- O Flaviômetro se apresenta como 'A direita brasileira unida' e é atribuído à campanha de Flávio Bolsonaro (PL), embora o ministro tenha dito que não há, até o momento, elementos que comprovem esse vínculo.
- O site monitora 1.521 agentes políticos em oito redes sociais.
- As classificações do site são: 'Pediu voto', 'Falou', 'Não falou', 'Sem postar' e 'Sem coleta'.
- O objetivo declarado é identificar parlamentares que apoiam o candidato do PL à Presidência.
- Nunes Marques afirmou que não há, até o momento, elementos que liguem o site à campanha de Flávio, ao candidato ou ao PL.
- O ministro determinou que a Cloudflare forneça dados cadastrais do titular do site, informações de pagamento, IP real do servidor e registros de acesso à conta de administração desde 12 de outubro, quando o domínio foi registrado.
- A Cloudflare terá 48 horas para entregar as informações, que ficarão sob sigilo no processo.
- O ministro também mandou provedores de conexão e hospedagem identificarem assinantes e contratantes a partir dos IPs fornecidos.
- A campanha de Lula alegou que o site funciona como central de produção e distribuição de propaganda eleitoral em favor de Flávio às vésperas do segundo turno.

## O que ainda não se sabe

- Não há informação confirmada sobre quem é o titular do domínio do Flaviômetro nem quem efetivamente paga pela manutenção do site.
- Não foi divulgado o teor completo da decisão de Nunes Marques, apenas os pontos citados pelas reportagens.
- Não há confirmação sobre a data em que o plenário do TSE analisará o caso.
- Não está claro se a Cloudflare já respondeu às diligências ou se pediu prorrogação de prazo.
- Não foi informado o valor dos supostos gastos não contabilizados apontados pela campanha de Lula.
- Não há detalhes sobre quais provedores de conexão e hospedagem foram acionados nem os prazos dados a eles.

## O que cada lado diz

- **Campanha de Lula**: Sustentou que o site funciona como central de produção e distribuição de propaganda eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro às vésperas do segundo turno, que não foi comunicado à Justiça Eleitoral e estaria hospedado no exterior, com gastos não contabilizados. (CartaCapital)
- **Nunes Marques, presidente do TSE**: Afirmou que não há, até o momento, elementos que liguem o site à campanha de Flávio, ao candidato ou ao PL. Considerou a fala do deputado Gustavo Gayer ambígua e disse que divulgação em perfil pessoal não equivale à feita por canais oficiais de campanha. Lembrou que a lei eleitoral não proíbe sites de apoio criados por pessoas físicas, desde que não haja impulsionamento, disparo em massa ou pagamento ao responsável. (CNN Brasil)
- **Flávio Bolsonaro e PL**: Serão citados para apresentar defesa no processo. (CartaCapital)

## Linha do tempo

- **12 de outubro**: Registro do domínio do Flaviômetro, ponto de partida dos registros de acesso exigidos pelo TSE.
- **23 de outubro de 2026**: Nunes Marques nega o pedido da campanha de Lula para retirar o site do ar, segundo a CNN Brasil.
- **24 de outubro de 2026**: CartaCapital divulga a decisão.
- **Domingo (25)**: Segundo turno das eleições de 2026.

## Próximos passos

- A decisão será submetida ao plenário do TSE.
- Flávio Bolsonaro e o PL serão citados para apresentar defesa.
- A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) deverá se manifestar.
- A Cloudflare tem 48 horas para entregar os dados solicitados, que ficarão sob sigilo.
- Provedores de conexão e hospedagem devem identificar assinantes e contratantes a partir dos IPs fornecidos.

## Perguntas frequentes

### Quem é o dono do Flaviômetro?

Não há informação confirmada sobre o titular do domínio do Flaviômetro. O TSE determinou que a Cloudflare forneça dados cadastrais do titular, informações de pagamento, IP real do servidor e registros de acesso à conta de administração desde 12 de outubro, quando o domínio foi registrado.

### Por que Nunes Marques negou o pedido da campanha de Lula?

Segundo a CNN Brasil, Nunes Marques entendeu que não havia comprovação de vínculo entre o site e a campanha de Flávio Bolsonaro. Ele também considerou a fala do deputado Gustavo Gayer ambígua e lembrou que a lei eleitoral não proíbe sites de apoio criados por pessoas físicas, desde que não haja impulsionamento, disparo em massa ou pagamento ao responsável.

### O Flaviômetro pode sair do ar antes do segundo turno?

A decisão de Nunes Marques mantém o site no ar. O caso será submetido ao plenário do TSE, mas não há confirmação sobre a data em que isso ocorrerá. O segundo turno está marcado para domingo (25).

### O que é o portal 'Pode Espalhar' citado na decisão?

Segundo a CartaCapital, Nunes Marques comparou o caso do Flaviômetro ao portal 'Pode Espalhar', da campanha de Lula, que fazia pedido explícito de voto e foi regularizado em vez de removido.

## Fontes

- CartaCapital: Nunes Marques nega pedido da campanha de Lula e mantém 'Flaviômetro' no ar: https://www.cartacapital.com.br/justica/nunes-marques-nega-pedido-da-campanha-de-lula-e-mantem-flaviometro-no-ar/
- CNN Brasil: TSE mantém no ar site pró-Flávio e manda investigar financiamento: https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/tse-mantem-no-ar-site-pro-flavio-e-manda-investigar-financiamento/
- Valor Econômico: Coligação de Lula pede cassação e inelegibilidade de Flávio Bolsonaro por suposta relação com milícia: https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/10/24/coligao-de-lula-pede-cassao-e-inelegibilidade-de-flvio-bolsonaro-por-suposta-relao-com-milcia.ghtml
