# Fim da escala 6x1: Senado discute PEC, mas votação segue incerta

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Publicado: 2026-10-06T17:12:06.604Z
Atualizado: 2026-10-06T17:12:06.604Z
Autor: Redação Digital Feed (https://digitalfeed.com.br/sobre#author)
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> O Senado iniciou a discussão da PEC que acaba com a escala 6x1, com três sessões semipresenciais marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1. A PEC 221/2019 reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário. A votação é incerta: a oposição articula não comparecer para evitar quórum, e uma PEC exige 49 senadores, em duas votações.

## Pontos-chave

- A PEC 221/2019 acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário.
- A votação é incerta porque a oposição articula não comparecer para evitar quórum.
- Uma PEC exige 49 senadores favoráveis, em duas votações, para ser aprovada.
- O Senado tem 40 senadores de primeiro mandato e 19 do PL, partido contrário à proposta.
- As sessões de discussão estão marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h.

O Senado iniciou a discussão da PEC que acaba com a escala 6x1, com três sessões semipresenciais marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1. A PEC 221/2019 reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário. A votação é incerta: a oposição articula não comparecer para evitar quórum, e uma PEC exige 49 senadores, em duas votações.

## O que se sabe

- O plenário do Senado iniciou a discussão da PEC do fim da escala 6x1, segundo o g1.
- A PEC 221/2019 já passou pela Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio, segundo a Agência Senado.
- A proposta reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, segundo a Agência Senado.
- Foram marcadas três sessões semipresenciais de discussão, na terça, quarta e quinta, sempre às 14h, segundo o g1.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve o calendário de discussão após o 1º turno das eleições, segundo a Agência Brasil.
- Uma PEC precisa de ao menos três quintos dos votos favoráveis em duas votações, ou seja, 49 senadores, segundo o g1.
- Líderes de oposição articulam não comparecer às sessões para, sem quórum, evitar a votação, segundo o g1.
- Na avaliação de líderes do governo, o avanço de candidatos de direita no Senado nas eleições inviabiliza as chances de votação da PEC, segundo a Agência Brasil.
- O Senado passou por renovação: dos 54 senadores, 40 são de primeiro mandato e 19 são do PL, partido que já declarou ser contra a proposta, segundo a Agência Brasil.

## O que ainda não se sabe

- Não há detalhamento de como ficaria a escala de trabalho na prática para setores específicos, como comércio, saúde e indústria.
- Não está claro o efeito da PEC sobre o salário de quem hoje faz horas extras ou trabalha em escalas especiais.
- Faltam dados sobre o impacto econômico da redução de jornada, tema citado como crítico por senadores, mas sem números no material consultado.
- Não há explicação sobre o que acontece com a PEC caso não seja votada neste ano, incluindo prazos e arquivamento.
- Não há lista de quais senadores ou partidos declararam voto a favor ou contra, além das posições de lideranças citadas.
- Não está claro se a PEC vale para todos os trabalhadores, incluindo categorias com jornadas definidas por lei específica.

## O que cada lado diz

- **Governo federal**: O fim da escala 6x1 é prioridade absoluta, segundo o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). (g1)
- **Oposição**: O líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN), defendeu o amadurecimento do debate e a discussão do tema fora do período eleitoral. (g1)
- **Centrais sindicais**: Defenderam o avanço na análise da proposta em reunião com Alcolumbre no início de julho, segundo a Agência Senado. (Agência Senado)
- **Empregadores**: Em reunião com Alcolumbre em maio, defenderam que a votação ocorresse só após as eleições, segundo a Agência Senado. (Agência Senado)
- **Senador Jayme Campos (União-MT)**: Afirmou que votará a favor da PEC, mas defendeu serenidade e diálogo no debate. (g1)
- **Senador Jaime Bagattoli (PL-RO)**: Criticou a falta de estudos de impacto econômico e social da medida durante a análise na Câmara. (g1)

## Linha do tempo

- **Fim de maio**: O texto da PEC chega ao Senado após aprovação na Câmara dos Deputados, segundo a Agência Senado. No mesmo período, Alcolumbre recebe empregadores, que defendem votação só após as eleições, segundo a Agência Senado.
- **Início de julho**: Alcolumbre recebe centrais sindicais, que defendem avanço na análise, segundo a Agência Senado.
- **Após o 1º turno das eleições**: Alcolumbre mantém o calendário de discussão da PEC, segundo a Agência Brasil.
- **Terça, quarta e quinta, às 14h**: Senado realiza três sessões semipresenciais de discussão da PEC, segundo o g1. A semana exata dessas sessões não foi confirmada no material consultado.
- **10 a 14 de agosto**: Primeira semana de esforço concentrado no Senado, segundo a Agência Senado.
- **31 de agosto a 3 de setembro**: Segunda semana de esforço concentrado no Senado, segundo a Agência Senado.

## Próximos passos

- Acompanhar as três sessões de discussão marcadas para terça, quarta e quinta, sempre às 14h.
- Observar a presença dos senadores em plenário, já que a oposição articula não comparecer para evitar quórum.
- Verificar se o governo consegue reunir os 49 votos necessários em duas votações.
- Acompanhar as semanas de esforço concentrado entre 10 e 14 de agosto e entre 31 de agosto e 3 de setembro.
- Aguardar definição sobre a tramitação da PEC nas comissões do Senado, determinada por Alcolumbre.

## Perguntas frequentes

### O que muda com o fim da escala 6x1?

A PEC 221/2019 acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, segundo a Agência Senado. O texto já passou pela Câmara e está em discussão no Senado.

### A PEC da escala 6x1 já foi aprovada?

Não. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e chegou ao Senado no fim de maio, segundo a Agência Senado. No Senado, ela está em fase de discussão, e a votação é incerta, segundo o g1.

### Quantos votos são necessários para aprovar uma PEC no Senado?

Uma PEC precisa de ao menos três quintos dos votos favoráveis em duas votações, ou seja, 49 senadores, segundo o g1.

### Por que a votação da PEC é incerta?

Líderes de oposição articulam não comparecer às sessões para, sem quórum, evitar a votação, segundo o g1. Na avaliação de líderes do governo, o avanço de candidatos de direita no Senado nas eleições inviabiliza as chances de votação da PEC na Casa, segundo a Agência Brasil.

## Fontes

- g1: AO VIVO: Senado começa a discutir PEC do fim da escala 6x1: https://g1.globo.com/politica/ao-vivo/senado-pec-do-fim-da-escala-6x1.ghtml
- Agência Senado: Discussão sobre fim da escala de trabalho 6x1 continua em agosto: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/07/28/discussao-sobre-fim-da-escala-de-trabalho-6x1-continua-em-agosto
- Agência Brasil: Fim da escala 6x1: Alcolumbre mantém calendário, mas votação é incerta: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/politica/audio/2026-10/fim-da-escala-6x1-alcolumbre-mantem-calendario-mas-votacao-e-incerta
