# Fim da escala 6x1: Senado aprova, imprensa vê impulso eleitoral para Lula

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Publicado: 2026-10-15T14:17:00.870Z
Atualizado: 2026-10-15T16:21:41.089Z
Autor: Redação Digital Feed (https://digitalfeed.com.br/sobre#author)
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> O Senado aprovou o fim da escala 6x1 em 14 de outubro de 2026, por 75 votos a 1, em dois turnos. A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga. O texto é idêntico ao aprovado pela Câmara e segue para promulgação. A imprensa internacional tratou a votação como vitória política de Lula a menos de duas semanas do segundo turno.

## Pontos-chave

- O Senado aprovou o fim da escala 6x1 por 75 votos a 1, em 14 de outubro de 2026, segundo o g1.
- A jornada semanal cai de 44 para 40 horas, com pelo menos dois dias de folga, segundo o g1.
- O governo estima mais de 37 milhões de trabalhadores formais beneficiados, segundo o g1.
- A imprensa internacional viu a votação como vitória política de Lula e impulso eleitoral, segundo o g1.
- A obrigatoriedade das folgas entra em vigor 60 dias após a promulgação, segundo o g1.

O Senado aprovou o fim da escala 6x1 em 14 de outubro de 2026, por 75 votos a 1, em dois turnos. A PEC reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga. O texto é idêntico ao aprovado pela Câmara e segue para promulgação. A imprensa internacional tratou a votação como vitória política de Lula a menos de duas semanas do segundo turno.

## Atualização às 13:21

A Agência Brasil detalhou como a nova regra vai funcionar na prática. O texto aprovado prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em escala máxima 5x2, sem redução salarial. A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, com transição total de 14 meses.

A transição tem duas etapas. Sessenta dias após a promulgação, as empresas devem adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para até 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, a jornada cai para 40 horas semanais.

A Agência Brasil também identificou o único voto contrário: o ex-vice-presidente Hamilton Mourão, que atuou no governo de Jair Bolsonaro, segundo a Associated Press. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), disse à TV Jovem Pan que, se eleito, Flávio Bolsonaro deve aprovar a PEC 12/2026, que prevê contrato por hora trabalhada.

**Correção:** A estimativa de trabalhadores beneficiados muda conforme o veículo. O The Guardian calcula que a mudança pode afetar até 30 milhões de pessoas, segundo a Agência Brasil. A nota anterior citava a estimativa do governo, de mais de 37 milhões de trabalhadores formais, segundo o g1.

## O que se sabe

- A PEC do fim da escala 6x1 foi aprovada pelo plenário do Senado na noite de quarta-feira (14), com 75 votos a favor e um contrário, segundo a Agência Brasil.
- O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em escala máxima 5x2, sem redução salarial, segundo a Agência Brasil.
- A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, com regra de transição total de 14 meses, segundo a Agência Brasil.
- Sessenta dias após a promulgação, as empresas devem adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para até 42 horas semanais, segundo a Agência Brasil.
- Depois de mais 12 meses, a jornada cai para 40 horas semanais, segundo a Agência Brasil.
- O único voto contrário foi do ex-vice-presidente Hamilton Mourão, que atuou no governo de Jair Bolsonaro, segundo a Associated Press.
- O The Guardian calcula que a mudança pode afetar até 30 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Agência Brasil.
- O The Guardian afirma que a proposta começou como um movimento do TikTok chamado Vida Além do Trabalho, fundado por um assistente de farmácia que entrou na política após seu sucesso, segundo a Agência Brasil.
- O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), disse à TV Jovem Pan que, se eleito, Flávio Bolsonaro deve aprovar a PEC 12/2026, que prevê contrato por hora trabalhada, segundo a Agência Brasil.
- O Financial Times registrou críticas de grupos empresariais que reclamam de aumento de custos, segundo a Agência Brasil.

## O que ainda não se sabe

- A lista completa de profissões afetadas e não afetadas pela mudança não foi detalhada nas fontes consultadas.
- Não há detalhamento sobre procedimentos práticos de negociação entre empregado e empregador nas fontes consultadas.
- As consequências para empresas e setores econômicos específicos não foram quantificadas nas fontes consultadas.
- O passo a passo exato do processo de promulgação e as datas precisas não foram confirmados nas fontes consultadas.
- As reações de centrais sindicais e entidades empresariais não foram detalhadas nas fontes consultadas.

## O que cada lado diz

- **Imprensa internacional (Reuters, AP, The Guardian, BBC, Financial Times, Washington Post, Le Monde, El País, Deutsche Welle, La Nación e Clarín)**: Trataram a aprovação como vitória política de Lula e impulso eleitoral antes do segundo turno, segundo o g1. (g1)
- **Flávio Bolsonaro (PL)**: Mudou de posição e passou a apoiar a medida diante da popularidade da reforma, segundo o g1. (g1)
- **Empresários e parlamentares**: Defendiam uma transição de dez anos para a implementação das novas regras, segundo o g1. (g1)
- **Senadores da oposição**: Criticaram a pressa e o uso do aparato estatal com base no calendário eleitoral, segundo o Clarín. (g1)
- **Deutsche Welle**: Afirmou que a medida deixa de fora um grande número de pessoas na economia informal, como trabalhadores autônomos e motoristas de entrega, segundo o g1. (g1)

## Linha do tempo

- **final de 2023**: Vídeo do então balconista de farmácia Rick Azevedo viraliza e dá origem à campanha pelo fim da escala 6x1, segundo o g1.
- **2019**: Deputado petista Reginaldo Lopes apresenta uma PEC sobre o tema, segundo o g1.
- **fevereiro de 2025**: A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) apresenta uma PEC, que é juntada à de 2019, segundo o g1.
- **maio**: A Câmara aprova o texto da PEC, segundo o g1.
- **14 de outubro de 2026**: O Senado aprova o fim da escala 6x1 em dois turnos, por 75 votos a 1, segundo o g1.
- **25 de outubro**: Data do segundo turno da eleição presidencial, segundo o g1.
- **2027**: Rick Azevedo assume uma vaga na Câmara dos Deputados, segundo o g1.

## Próximos passos

- Promulgação da PEC, já que o texto aprovado é idêntico ao da Câmara, segundo o g1.
- Entrada em vigor da obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga 60 dias após a promulgação, segundo o g1.
- Adoção da semana de trabalho mais curta pelas empresas em até 14 meses, segundo o Washington Post.
- Disputa do segundo turno em 25 de outubro, segundo o g1.
- Acompanhamento dos efeitos da medida sobre trabalhadores informais, apontados como fora do alcance da PEC pela Deutsche Welle, segundo o g1.

## Perguntas frequentes

### O que muda com o fim da escala 6x1?

A PEC reduz o limite semanal de trabalho de 44 para 40 horas e garante pelo menos dois dias de folga, segundo o g1. O governo estima que mais de 37 milhões de trabalhadores formais poderão ser beneficiados, segundo o g1.

### Quando a mudança começa a valer?

A obrigatoriedade de ao menos dois dias de folga entra em vigor 60 dias depois da promulgação da alteração constitucional, segundo o g1. O Washington Post destacou que a emenda concede às empresas 14 meses para adotarem a semana de trabalho mais curta, segundo o g1.

### A medida vale para trabalhadores informais?

A Deutsche Welle afirmou que a medida deixa de fora um grande número de pessoas na economia informal, como trabalhadores autônomos e motoristas de entrega, segundo o g1.

### Como a imprensa internacional avaliou a votação?

Veículos como Reuters, AP, The Guardian, BBC, Financial Times, Washington Post, Le Monde, El País, Deutsche Welle, La Nación e Clarín destacaram a aprovação como vitória política de Lula e impulso eleitoral, segundo o g1.

## Fontes

- G1: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/10/15/fim-da-escala-6x1-e-vitoria-e-da-impulso-eleitoral-para-lula-destaca-imprensa-internacional.ghtml
- CNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/imprensa-mundial-ve-fim-da-escala-6x1-como-impulso-eleitoral-para-lula/
